Autópsia confirma que Juliana Marins morreu por hemorragia interna após queda na Indonésia

Da Redação
O Instituto Médico Legal Afrânio Peixoto (IML), no Rio de Janeiro, concluiu a autópsia do corpo da publicitária Juliana Marins, que faleceu após cair no Monte Rinjani, na Indonésia. O laudo confirmou que a causa imediata da morte foi uma hemorragia interna decorrente de lesões múltiplas (politraumatismo), com danos no crânio, tórax, abdômen, pelve, membros e coluna. Segundo os peritos, os ferimentos são compatíveis com um único impacto de alta intensidade, como uma queda de grande altura.
O exame indicou que Juliana sobreviveu por, no máximo, 15 minutos após o trauma, mas não foi possível precisar o horário exato da morte devido ao estado do corpo quando chegou ao Brasil. Essa incerteza deixou a família com uma dúvida angustiante: se um resgate mais rápido poderia ter salvado sua vida, já que ela só foi encontrada quatro dias após o acidente.
A nova autópsia foi solicitada pelos familiares, que contestaram a falta de detalhes na certidão de óbito emitida na Indonésia. O laudo indonésio, divulgado em junho, também apontou traumatismo e hemorragia, mas sem esclarecer completamente as circunstâncias. Além disso, os peritos brasileiros descartaram outras causas, como desnutrição, uso de drogas ou hipotermia, e não excluíram a possibilidade de que Juliana tenha passado por sofrimento físico e psicológico antes de morrer.
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