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José Carlos de Oliveira

Batendo Bola

Por Bruno
Batendo Bola

Confira a coluna do José Carlos de Oliveira

jcqueroviver@hotmail.com.br

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Sada Cruzeiro continua fazendo história – Depois de começar mal o Mundial de Vôlei masculino, que foi disputado no ginásio Sabiazinho, em Uberlândia, quando chegou a estar ameaçado de ir às semifinais, ficando na dependência de resultados dos concorrentes, o time do Sada Cruzeiro se superou e na tarde de domingo derrotou o Trentino, da Itália, por 3 sets a 1 e chegou ao seu quinto título mundial. O pentacampeonato da Raposa no Mundial de Clubes foi nada menos que o 55º troféu de campeão do clube estrelado, em 65 finais disputadas. Em mundiais, o Sada Cruzeiro conquistou o título nas edições de 2013, 2015, 2016, 2021 e 2024. Enquanto, a nível nacional, o maior destaque vai para a Superliga Masculina, onde a equipe celeste venceu 8 das 12 edições que disputou.

Bia Ferreira mantém o título mundial — Quase oito meses após conquistar pela primeira vez o cinturão de campeã mundial do peso-leve pela Federação Internacional de Boxe (IBF), a baiana Beatriz Ferreira defendeu com êxito seu título no sábado, 14, em Monte Carlo (Principado de Mônaco). A boxeadora de 31 anos venceu a francesa Licia Bourdesa, de 32, ao fim de 10 rounds, em decisão unânime dos juízes. O histórico da adversária francesa no boxe profissional inclui 23 vitórias (quatro por nocaute), dois empates e, agora, quatro derrotas (incluindo a do fim de semana).


Rayssa é tricampeã no Super Crow — Acostumada a façanhas incríveis sob pressão, a maranhense Rayssa Leal, de apenas 16 anos, voltou a fazer história neste domingo, 15, ao se tornar a primeira atleta do país a conquistar o tricampeonato na Liga Mundial de Skate Street (SLS). Atrás no placar ao errar as duas primeiras apresentações das manobras no Super Crown (competição final que define o campeão da temporada), Rayssa levou o Ginásio do Ibirapuera ao delírio ao cravar nota 9,1 na quinta e última chance, vencendo de virada a disputa com quatro japonesas (duas delas campeãs olímpicas) e uma australiana. A brasileira levantou o troféu e o prêmio de US$ 100 mil dólares (o equivalente a R$ 600 mil) ao somar 35,4 pontos. Campeã olímpica em Paris, a japonesa Coco Yoshizawa (34,2) foi a segunda colocada e a compatriota Yuemeda Oda (33.7) foi a terceira no pódio.

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