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Cabulosas começam bem

Cabulosas começam bem

Num jogo maluco, na noite de domingo, o time feminino do Cruzeiro recebeu o Grêmio na estreia do Brasileirão Feminino de 2025, em partida disputada no Estádio Castor Cifuentes, em Nova Lima. O jogo foi muito disputado, e o Cruzeiro venceu, de virada, por 4 a 3, com gols de Gaby Soares, Byanca Brasil, Pri Back e Gisseli para as Cabulosas.

O jogo

Mesmo jogando fora de casa, o Grêmio começou melhor, vencendo o primeiro tempo por 2 a 0. O primeiro gol foi marcado por Tayla, de cabeça, em cobrança de escanteio, aos 25 minutos. Enquanto, o segundo, foi feito por Yamila Rodríguez, também de cabeça, aos 47 minutos.

Buscando ao menos o empate, o Cruzeiro foi para cima no segundo tempo, diminuindo aos 13 minutos com Gaby Soares. Alguns minutos depois, foi assinalada penalidade a favor da equipe azul, após toque de mão da zagueira do Grêmio dentro da área: Byanca Brasil converteu, empatando o jogo.

Na sequência, aos 26 minutos, o Grêmio teve uma zagueira expulsa, mas conseguiu retomar a dianteira mesmo assim. Pois, aos 32 minutos, Isa Haas, do Cruzeiro, cometeu pênalti, e Giovaninha marcou. Neste cenário, com uma jogadora a mais em campo, as Cabulosas foram para cima novamente, e conseguiram a virada. Aos 36 minutos, Byanca Brasil sofreu pênalti e Pri Back converteu. Por fim, no apagar das luzes, Gaby deu bonito passe para Gisseli, que marcou o gol da virada e deu a vitória às Cabulosas.

Tem que ser apurado

No empate em 1x1 do time das Spartanas frente o Juventude, na abertura do Campeonato Brasileiro Feminino A1, em Bento Gonçalves, interior do Rio Grande do Sul, o futebol dos dois times ficou em segundo plano, com denúncia de assédio por parte de jogadoras do Coelho, contra árbitro assistente que trabalhou no jogo, ganhando os holofotes e mais destaque que o brilho das atletas em campo.  

Entenda o caso

Segundo a denúncia apresentada pelas jogadoras do Coelho, e registrada em BO após o jogo, o árbitro assistente que trabalhou na partida (me reservo o direito de não citar o nome, até que tudo seja devidamente apurado e esclarecido) fez referência à genitália das jogadoras, questionando “se é lisinha, raspadinha”. Ele também teria falado do próprio órgão genital. As palavras teriam sido ouvidas pelas atletas, o que levou à denúncia.

Rigor da lei

Comprovadas devidamente as palavras ele precisa ser responsabilizado pelos seus atos e até banido dos campos de futebol, mas até que isso seja comprovado não serei eu a citar nomes e nem a atirar a primeira pedra…

Simples, assim!

Novamente o brilho da Fadinha

Mesmo sem competir há quase três meses e com uma lesão no joelho, Rayssa Leal dominou a final do street feminino no STU de Porto Alegre, o Circuito Internacional de Skate, e conquistou a etapa do Pro Tour em sua estreia na temporada. Ao lado de outras quatro brasileiras na decisão, a jovem de 17 anos mostrou confiança desde a primeira descida e se sagrou campeã no Rio Grande do Sul.

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