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Esportes

Geração vitoriosa

Por Portal Agora
Geração vitoriosa

José Carlos de Oliveira

 

Mesmo sem contar com alguns de seus principais nomes - os clubes não quiseram ceder seus jogadores, por não ser data Fifa -, a seleção masculina de futebol retomou a hegemonia do continente, com o título do sul-americano na noite de domingo, e, de quebra, sacramentou uma vaga para o próximo mundial da categoria, que será realizado no mês de maio, na Indonésia, depois de ficar de fora das duas últimas edições da competição.

 

Plantando o futuro

 

Não há o que discutir sobre o time treinado por Ramon Menezes, que mesmo sem grandes estrelas, mostrou nomes que devem figurar nas próximas convocações da seleção principal, com os garotos Andrey e Victor Roque puxando a fila dentre eles, e passando de promessas à realidade. 

 

Mineiros

 

De Minas Gerais, três garotos do Cruzeiro – Weverton, Kaiki Bruno e Stênio – e o lateral direito Arthur, do América, estiveram no elenco campeão. Sem contar com Arthur (suspenso) na grande final, o Brasil contou com a estrela de Kaiki Bruno, da Raposa. Reserva em quase todo o torneio, ele entrou na decisão e deu as assistências para os gols de Andrey e Pedrinho, que deram a vitória da seleção canarinho sobre o Uruguai, por 2 tentos a 0.

 

Soube vencer

 

Mais uma vez valeu a máxima de que final não se joga, se ganha. Enfrentando um time que tinha a vantagem do empate para ser campeão, e que em muitas vezes abusou das jogadas ríspidas e da provocação, o Brasil soube jogar a decisão e chegou com méritos à conquista do sul-americano, de forma invicta, com sete vitórias e dois empates em toda a competição (entre a fase preliminar e o hexagonal).

 

Foto: Reprodução Twitter / WTA

 

Tênis feminino em grande momento – O esporte feminino do Brasil segue em alta neste início de ano. Além da skatista Rayssa Leal, que brilha nas pistas pelo mundo afora, nas quadras as meninas do tênis seguem fazendo bonito. Ontem, a paulistana Beatriz Haddad, de 25 anos, alcançou a 12ª posição no ranking mundial da Associação Internacional de Tênis Feminino. É a melhor posição de uma tenista brasileira na história da modalidade desde 1975, quando começou a valer a pontuação para o ranking da WTA. Até então, a grande estrela do tênis no país era Maria Esther Bueno, que faturou 19 Grand Slams (sete de simples, 11 de duplas e um em duplas mistas), entre 1950 e início dos anos 1970. 

Já a campeã olímpica Luísa Stefani segue fazendo história. Campeã de duplas femininas no domingo, 12, no WTA de Abu Dhabi, a campinense também tem muito o que comemorar. Ela subiu quatro posições no ranking de duplas WTA e agora ocupa a 30ª colocação. Além do título de Abu Dhabi, Stefani já conquistou este ano o título de duplas mistas do Aberto da Austrália e levantou a taça do torneio de duplas femininas do WTA 500 de Adelaide.

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