Língua Portuguesa

Observe a construção:
“Há uma sensação crônica de falta de tempo.” A palavra “falta” aí não é verbo. Até parece presente do indicativo:
Eu falto, tu faltas, ele(a) “falta” e assim por diante. Mas, na frase acima, “falta” é substantivo, como nas construções:
Eu cometi uma falta. Estou sentindo falta da amiga!
Nos casos abaixo, são verbos:
Ela falta às aulas.
O amigo não falta nem um dia ao treinamento.
CURIOSIDADES
CERVEJA PRODUZIDA COM ÁGUA DE ESGOTO NA COP30
A COP30, realizada em Belém (PA), foi marcada por ser a primeira COP na Amazônia, trazendo o bioma para o centro das discussões globais, com forte participação de povos indígenas e comunidades locais. A mascote foi o Curupira. Houve eventos culturais como o Carimbó, além de iniciativas inovadoras como cerveja feita com água de esgoto reciclada. Discutiu-se bastante a urgência climática com a cultura amazônica e o setor industrial brasileiro. (Fonte: internet)
REFLEXÃO BÍBLICA
“Ficarei no meu posto de sentinela
e tomarei posição sobre a muralha;
aguardarei para ver o que o Senhor me dirá
e que resposta terei à minha queixa.”
(Habacuque 2:1)
RIA... POR FAVOR!
De leve!
Diz que o sujeito estava viajando pela Europa, quando recebeu uma mensagem do seu caseiro, no Rio de Janeiro, seu velho amigo Manoel Joaquim. A mensagem dizia apenas:
“Seu gato morreu.”
O turista ficou uma fera. Levou o maior susto, pois ele amava o gato.
Aí, quando voltou ao Brasil falou pro Manoel:
- Manoel, tu quase me matas de susto. Não é assim que se faz, Manoel. Teu gato morreu! É um choque. Você devia ter passado primeiro uma mensagem me preparando. Por exemplo: “Teu gato caiu do telhado”. Eu começaria a me preparar para o choque, entende. Depois você passava outra: “Teu gato passando muito mal”. E depois então, quando eu já estivesse preparado você daria a notícia: “Morreu”.
O Manoel entendeu tudo muito bem. Tanto que, no ano seguinte, quando o dono da casa foi viajar para a Europa de novo, Manoel encaminhou ao patrão passando uma terrível notícia com muito cuidado:
“Sua mãe caiu do telhado.”
MÁXIMAS DO PROFESSOR CARLINHOS.
Um vendedor bate à porta daquela casa e quem veio atendê-lo foi Felipinho, 11 anos, “custoso que só vendo”, meio – totalmente grogue , latinha de cerveja na mão, cigarro e revista de mulher pelada na outra mão.
- Ô menino ... sua mãe “taí.”? - perguntou estarrecido o vendedor.
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