Morte de engenheiro completa um mês; 'Queremos respostas, diz família
Da Redação
Um mês se passou desde o assassinato do engenheiro Leandro Pereira, de 31 anos, e nenhuma resposta do crime foi dada até o momento pelas autoridades responsáveis. A família vive o drama da espera por justiça, em busca de respostas para o crime que chocou a cidade.
— A única coisa que quero é saber a motivação. Seja lá quem for, eu já liberei o perdão, mas eu preciso saber porquê o meu irmão morreu. Essa morte não combina com o caráter dele. Não tem até o momento nenhuma "brecha" para entendermos esse crime e eu só vou descansar quando isso ficar claro para nossa família — contou a irmã, Lidiane Pereira, ao Agora.
Assassinato
Leandro foi atingido por seis tiros enquanto trabalhava em uma obra dentro de um posto de combustíveis, no Centro de Divinópolis. Ele estava sentado de costas quando o criminoso chegou em uma moto e atirou contra ele. O engenheiro chegou a ser levado para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos.
O autor do crime fugiu após os disparos e não foi identificado até o momento, embora câmeras de segurança tenham registrado o suspeito de capacete estacionando a moto nas proximidades. Os equipamentos também registraram quando o criminoso entra no posto e sai do local correndo.
A Polícia Civil (PC) informou que as investigações prosseguem. O inquérito está sob sigilo para preservar o andamento do caso.
À espera de respostas
Conhecido pela integridade e caráter irretocável, a família até hoje segue incrédula com o que aconteceu com Leandro.
— A conta não fecha. Essa morte não combina com o caráter de Leandro. Ele não tinha inimizades, não tinha dívidas, estava em plena saúde financeira, não tinha desavenças, nada. Eu sinto como se tivesse perdido um filho mais velho. Leandro era como um filho pra mim. Estamos todos dilacerados, uma dor que não vai passar nunca. Seguimos em orações e acreditando que a Polícia Civil vai nos trazer as respostas que precisamos — desabafou Lidiane.
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