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Polícia

PC vasculha casa de suspeito de homicídio, mas não encontra corpo

Por Portal Agora
PC vasculha casa de suspeito de homicídio, mas não encontra corpo

 

Da Redação

Há dois anos, a  Polícia Civil (PC), busca pistas sobre o paradeiro de Karla Gonçalves Borges, 32 anos, desaparecida desde janeiro de 2019, quando se encontrou com o companheiro, no bairro Alvorada em Divinópolis. Desde esta época, a PC investiga o caso, já interrogou o principal suspeito, diversas vezes e ouviu testemunhas. Porém, ele nega veemente o crime e repete toda vez a mesma história: ela   teria saído de casa após, mais uma, das várias brigas do casal. No entanto, não convenceu a polícia e sua prisão foi decretada no dia 14 setembro de 2020 e está detido preventivamente desde o dia 24 de outubro do mesmo ano. Mesmo depois da prisão, o suspeito continuava com a mesma versão. No entanto, a PC, após análise criteriosa, suspeitou que o corpo poderia estar enterrado na casa onde os dois se viram pela última vez e com o apoio do Corpo de Bombeiro, cumpriu mandado de busca para tentar encontrar vestígios no endereço. As buscas foram realizadas na residência no bairro Alvorada, no entanto, não foi localizado o corpo da mulher nem marcas de um possível crime no local, onde moravam com os filhos.

Entenda o caso 

Karla Gonçalves Borges, mãe de três filhos, desapareceu no dia 5 de janeiro de 2019. Mais de dois anos depois, seu caso ainda não teve desfecho, devido a incógnita de onde estaria o corpo. A investigação aponta que a jovem tenha sido assassinada pelo companheiro. 

Conforme as provas coletadas até o momento pela PC, o homem é acusado de feminicídio e ocultação de cadáver, mas nega o crime. Ele disse ter brigado com Karla e, após a discussão, ela foi embora.

Família

Há dois anos, o pai da vítima, Luís Carlos Gonçalves, que mora no Triângulo Mineiro, veio a Divinópolis e contou ao Agora que o homem possuía um extenso histórico de violência contra sua filha. Segundo os relatos, os abusos envolviam agressões físicas e verbais, inclusive no período de gestação. O pai também disse que Karla era agredida constantemente e que ele já chegou a amarrá-la a uma árvore e queimar suas roupas.

 

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