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Polícia aposta em DNA e testemunhas para identificar estuprador em Divinópolis

Por Portal Agora
Polícia aposta em DNA e testemunhas para identificar estuprador em Divinópolis

Rafael Camargos

Mais uma jovem foi vítima estupro em Divinópolis. Este é o segundo caso registrado pela Polícia Civil em 2017. O caso ocorreu por volta das 21h de segunda-feira, 27, no campo de futebol do bairro Manoel Valinhas. A Polícia Militar (PM) foi acionada para atender a ocorrência e lá a vítima de 28 anos relatou aos policiais que um jovem com idade entre 20 e 30 anos, de camisa cinza e calça jeans, armado, a abordou quando ela passava na calçada de casa e a puxou para o matagal nas proximidades. 
Ainda segundo a PM, lá o suspeito abusou sexualmente da vítima e, em seguida, fugiu. A PM informou também que segue o rastreamento, mas até o fechamento desta página, por volta das 18h, ninguém havia sido preso.

Investigações

As investigações foram iniciadas ontem, 28, pela Polícia Civil, e de acordo com a titular da Delegacia de Mulheres, Maria Gorete Rios, a vítima caminhava pela ponte do bairro, quando foi abordada pelo suspeito e que a jovem saía de uma academia e estava se dirigindo à sua residência, quando foi abordada.

— Em princípio seria um roubo. O suspeito exigiu que ela lhe entregasse alguns objetos e, em seguida, ele exigiu que ela praticasse atos sexuais contra a vontade dela, mediante grave ameaça — contou.


Testemunhas

A delegada disse ainda que, serão feitas análises dos materiais genéticos do suspeito para possível identificação. Segundo ela, nenhuma testemunha presenciou o crime.

— Vamos investigar e possivelmente conseguiremos algumas testemunhas. Por outro lado, faremos os exames no setor de criminalística com  o material do autor. Temos um banco enorme de DNA de agressores sexuais e possivelmente vamos chegar até ele. O material será encaminhado para Belo Horizonte — finalizou.

Casos

Este é o segundo caso de estupro registrado em 2017 pela Polícia Civil, de acordo com a delegada. O primeiro, a vítima havia sido abusada no final de 2016, mas só procurou a delegacia no início deste ano.

— O primeiro caso registrado ocorreu no final do ano passado, mas por medo, a vítima só procurou a delegacia neste ano — finalizou.

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