Por trás da franja

A última semana de janeiro, há quem diga que foi um mês longo, couberam 365 dias neste no mês, e há quem esteja programando a virada para fevereiro nesta sexta-feira. Enfim, ele mostrou a que veio, desde a indicação brasileira ao Oscar até o retorno da icônica grávida de Taubaté, desta vez, nas redes sociais. Teve alinhamento dos planetas do sistema solar, e desalinho de estrangeiros e do governo americano. É um dia a gente se molhando debaixo do sol de 40 graus, e no outro a chuva lavando e levando o que nos resta. E nem o Chat GPT escapou, enquanto a sociedade temia perder o emprego para a plataforma, foi ela que caiu do galho e os chineses dominaram a Inteligência Artificial. Pela amostra desses primeiros 30 dias, fica nítido que será um ano onde os fortes sobreviverão, falando em forte, espero que esteja malhando, para preparar o corpo e a mente para a batalha anual, pois no próximo mês, nem carnaval tem para dar uma leve alienada. Esse ano, chegou com o pé na porta e passos firmes. Ah! E não é um ciclo que vai dar para enfrentar sozinho, visto isso, até o BBB é em dupla, segura na mão de alguém, e vai!
Movimento
A empresa Max Shop realizou a sua convenção comercial no último fim de semana, intitulada “Movimento”, o evento aconteceu no JB Palace e reuniu a gerência de suas 44 lojas espalhadas por 3 estados brasileiros, e ainda o setor administrativo. A onda laranja mostrou a que veio, e a marca tem só a crescer com tamanho investimento em pessoas e conhecimento de mercado.

Destaques da semana
O Brasil perdeu uma grande escritora, jornalista, tradutora e ilustradora. Marina Colasanti nasceu na Eritreia e viveu na Líbia e Itália antes de se mudar para o Brasil, aos 11 anos. Por aqui, fez e contou história: publicou mais de 70 obras, integrou o primeiro Conselho Nacional dos Direitos da Mulher, venceu o Prêmio Machado de Assis da Academia
Brasileira de Letras. Esteve em Divinópolis em 2 momentos, no lançamento do seu livro no Theatron e na edição da Flid de 2019.

Por trás do Véu
A lapela do noivo, também conhecida como boutonnière é um pequeno arranjo de flores que simboliza amor e romantismo. O acessório fixado ao lado esquerdo do paletó, serve para destacar o noivo dos demais convidados.
A tradição de usar a lapela do noivo surgiu com o príncipe Albert, em 1849, quando se casou com a rainha Vitória. A história conta que a rainha presenteou o príncipe com um ramalhete de flores, e ele, como forma de agradecer pelo gesto, colocou o arranjo na lapela do paletó.
A dica na escolha da flor ideal, vai desde a resistência ao tempo, para que não murche, e também levando em conta uma cor que contraste ou harmonize com a do terno. Uma das grandes tendências, são as flores desidratadas e também as exóticas em cores vibrantes, e até mesmo suculentas. Para dar um toque cheio de simbolismo, os relicários com fotos completam o visual de forma afetuosa.
Se inspire com os noivos cheios de estilo que passaram pela ‘A Galeria’.





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