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Prefeito lamenta “política suja” sobre acusações de falta de vagas na Educação

Por Portal Agora
Prefeito lamenta “política suja” sobre acusações de falta de vagas na Educação

Em coletiva na manhã desta sexta-feira, 6, o prefeito de Divinópolis, Gleidson Azevedo (PSC), classificou como “política suja” as críticas e acusações sobre a falta de vagas na Educação para crianças com dois anos. Para Gleidson, há um esforço para distorcer informações e atacar sua gestão. 

Durante a coletiva, a vice-prefeita e secretária de Governo (Segov), Janete Aparecida (PSC), explicou que o Município teve uma demanda histórica de vagas. Ao todo, 1.250 crianças nesta faixa etária foram cadastradas, enquanto 560 alunos ficaram como excedentes. O Município, afirma a vice-prefeita, está ciente da demanda desde novembro, quando iniciou-se o processo de adequação para ampliar o número de salas. 

Janete também ressaltou que, por lei, a Prefeitura tem a obrigação constitucional de atender as crianças de 4 e 5 anos, custeado pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Para crianças de 2 e 3 anos, não existe tal obrigatoriedade, viabilizada através do orçamento municipal, mas elas serão atendidas pelo “compromisso com a Educação e as crianças”. 

De acordo com a secretária de Educação (Semed), Andreia Dimas, foi necessária a contratação de mais 56 professores - e o mesmo número de monitores. 

— As Unidades de Atenção Primária a Saúde das equipes do Nações e do Interlagos, que atualmente utilizam a mesma estrutura dos Cmei Maria da Conceição Fernandes e do Cmei José Cristovam, respectivamente, irão ser deslocadas para novo endereço (continuando nas proximidades que atualmente se localizam), para que o local seja reformados e utilizados totalmente por parte da Secretaria Municipal de Educação, aumentando assim a quantidade de sala de aulas e, consequentemente o número de alunos atendidos — informou a Prefeitura.

O secretário de Saúde (Semusa), Alan Rodrigo, confirmou a necessidade de adequações nas novas estruturas, mas que as mesmas devem funcionar já em fevereiro.

Os alunos na fila de espera serão chamados a partir de 17 de janeiro, quando há o retorno do funcionamento das escolas e conforme a conclusão dos novos espaços. Aos pais, Andreia ressaltou que a vaga pode não ser na unidade específica desejada, mas será prioritária na região cadastrada.

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