Turista de Divinópolis morre afogado ao tentar resgatar jet ski no Rio Negro (AM)

Da Redação
Um trágico acidente no Amazonas ceifou a vida de um turista natural de Divinópolis no último domingo, 19. Identificado como Tiago Pereira, de 37 anos, o representante comercial perdeu a vida enquanto tentava resgatar sua moto aquática que havia se soltado no Rio Negro, próximo à praia do Açutuba, em Iranduba, na região metropolitana de Manaus.
O que aconteceu
Segundo informações dos Bombeiros Militares do Amazonas, Tiago almoçava em um restaurante à beira do balneário quando percebeu que o jet ski havia se desprendido e começava a flutuar à deriva. Desprevenido, ele entrou na água — sem colete salva‑vidas — para tentar alcançá-lo.
Testemunhas relatam que o turista mergulhou e não conseguiu retornar à superfície. Pouco depois, apenas alguns objetos pessoais — como seu boné e o colete — foram vistos boiando nas águas.
Populares acionaram imediatamente o SAMU e os Bombeiros, que mobilizaram o Grupamento de Operações Aquáticas (GOA) para iniciar as buscas. Após horas de varredura e mergulhos, o corpo de Tiago foi localizado por volta das 17h, conduzido ao Pelotão Fluvial e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Manaus.
Vida e repercussão
Antes de sua partida, Tiago havia postado um vídeo em suas redes sociais conduzindo o jet ski e manifestando satisfação: “Que saudade que estava disso aqui. Bora pra água.” No registro, ele ainda usava colete salva‑vidas.
Pelas redes sociais, amigos e familiares lamentaram profundamente a morte do divinopolitano, apontado por muitos como alguém alegre e ligado ao trabalho de representante comercial.
Reflexão e alerta
Casos como este reforçam a importância de precauções mínimas ao utilizar equipamentos aquáticos — sobretudo em rios extensos e imprevisíveis, como o Rio Negro. O uso de colete salva‑vidas é fundamental, bem como evitar entrar na água em situações de risco sem auxílio ou segurança adequada.
A tragédia com Tiago ressalta que, em muitos casos, o desejo de agir rapidamente pode expor ainda mais o indivíduo ao perigo. Quando um veículo aquático se solta, buscar suporte de equipes treinadas pode ser a alternativa mais segura.
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