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Cultura

ADL promove 3ª edição do Troféu Orfeu

Por Portal Agora
ADL promove 3ª edição do Troféu Orfeu

 

Representantes da imprensa e cientistas foram homenageados pela Academia Divinopolitana de Letras (ADL), na 3ª edição do Troféu Orfeu. A solenidade foi na noite da última segunda-feira, na Câmara Municipal e, mais uma vez, foi prestigiada por dezenas de convidados.

O Troféu Orfeu teve sua 1ª edição em 2015, por meio do ex-presidente da ADL, Augusto Fidélis. Os objetivos do evento são: desenvolver trabalhos, divulgando a cultura, estendendo os braços para as pessoas que tenham potenciais, além de popularizar, unindo a participação da população, que ainda desconhece a existência da ADL. Além disso, faz interação e assim, populariza, através do evento.

Segundo o presidente da Academia, João Carlos Ramos, o evento foi extraordinário.

— O trabalho da imprensa é muito importante para a divulgação das notícias para a nossa sociedade — relatou

João Carlos agradeceu também o apoio que teve dos vereadores e do presidente da Câmara, Adair Otaviano (PMDB) e ainda as pessoas que participaram do evento.

 Evento

O evento ocorreu por etapas; a primeira delas no mês passado, 15, no Teatro Gravatá. Os homenageados foram artistas e intelectuais da cidade, que se posicionaram a frente da academia em 2016. Ao todo mais de 40 pessoas foram lembradas.

Homenageados

 Na segunda etapa os representantes da imprensa foram lembrados. O jornal Agora foi representado pela a diretora administrativa, Daniela Faria Nery Outubo.  Pela Rádio Sucesso, o diretor Tiago Malta, marcou presença.

E ainda quatro cientistas foram lembrados. O cirurgião-dentista Sérgio Araújo Andrade, pelo projeto de detecção do câncer de boca. Desde 2008, ele estuda a doença oral utilizando fluorescência óptica.

Outros três cientistas, os professores Alex Guterres Taranto e Daniel Bonoto Gonçalves, da Universidade de São João Del Rei, juntamente com o professor Álisson Marques, do Cefet Divinópolis, receberam o troféu pelo desenvolvimento de um Software de Bioinformática Pioneiro. O programa denominado OCTOPUS, é capaz de processar várias moléculas, encontrando as suas finalidades terapêuticas; além de diminuir os testes em animais. O projeto é voltado à indústria farmacêutica.

Thiago Malta ao lado dos acadêmicos, Augusto Fidelis, João Ramos e José Luiz (Foto/Divulgação)

 

 

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