Augusto Cury na Bienal

Em primeira mão: em reunião com Gustavo Küll, assessor de Augusto Cury, ficou confirmada a participação deste renomado escritor na Bienal do Livro de Divinópolis de 2017. O evento ocorrerá de 5 a 9 de abril. Quem se encontrou com o assessor foi o diretor do Centro Educacional Criativo (Cecri), Edmilson Cunha.
Quem é
Augusto Cury é médico psiquiatra, psicoterapeuta, pesquisador e escritor. Alcançou reconhecimento nacional e internacional, tornando-se o autor mais lido da última década, de acordo com o jornal Folha de S. Paulo, revistas Veja e IstoÉ. Seus livros são publicados em mais de 70 países e já venderam mais de 25 milhões de exemplares somente no Brasil. Recebeu o prêmio de melhor ficção do ano de 2009 da Academia Chinesa de Literatura, pelo livro “O Vendedor de Sonhos”, que ganhou versão nos cinemas.
“Joga praga, não!”
Esta é um pouco antiga, mas merece o registro. Contam que, durante a posse de Galileu Machado (PMDB), um de seus assessores se dirigiu a Vladimir Azevedo (PSDB) e perguntou: “E, aí, você volta daqui quatro anos?”. Ligeiro e com sorriso no rosto, teria respondido o tucano: “Joga praga, não”. Todos riram.
Troca de comando
Está marcada para o dia 10 de fevereiro, às 9h30, no 23º Batalhão de Polícia Militar (BPM), a solenidade em conjunto de troca de comando do próprio 23º e da 7ª Companhia Policiamento Especializado (Cia PE). A cerimônia será presidida pelo comandante da 7ª Região de Polícia Militar (RPM) coronel Helbert William Carvalhaes.
Mudanças
Como esta coluna informou em primeira mão, o atual comandante do 23º BPM, tenente-coronel Marcelo Carlos, assumirá a chefia do Estado-Maior da 7ª RPM. Já tenente-coronel Marcelo Augusto deixará a 7ª Cia PE e assumirá o comando do 23º. O major Alexsander de Oliveira Silva, recém-promovido e que estava como subcomandante da 7ªCiaPE, assumirá o comando da unidade.
Servidores expulsos
O Governo do Estado expulsou 117 servidores em 2016, conforme relatório da Controladoria-Geral. São agentes públicos que cometeram infrações disciplinares graves ou gravíssimas relacionadas ao exercício do cargo público e contrárias ao regime disciplinar. Do total de demitidos, apenas seis são da região Centro-Oeste. Não foram divulgados dados por cidade.
1, 8 mil demissões
Desde 2007, o Estado já teve mais de 1, 8 mil expulsões de servidores. As demissões abrangem servidores da administração direta, autárquica e fundacional, ou seja, não incluem os empregados de empresas estatais, como Cemig, Copasa, entre outras. Os atos que deram origem às demissões estão relacionados a corrupção, acúmulo de cargos, abandono ou avaliação de desempenho insatisfatória, além de outras fundamentações.
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