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Certo ou errado...

Por Portal Agora
Certo ou errado...

...alguma coisa tem que ser feita. Observando o comportamento de alguns vereadores, pode-se ver que estão em dúvida. O presidente Adair Otaviano parece temer o Ministério Público (MP), e quer porque quer colocar em pauta um projeto polêmico e sem delongas. Alguns vereadores, como Delano Santiago brigam porque não aprovam o projeto, que segundo o médico/vereador, aumentaria em mais de R$ 120 mil as despesas da casa. Esbofeteando-se, fato chocante e raro, Delano se mostrou corajoso ao defender o “não” ao projeto.

Que nada mais é...

...do que um acerto interno, onde o que já se encontra instalado possa continuar, ou seja, tudo fica como antes. Só que no meio desta mistura, alguém descobriu uma brecha que Adair rechaça, como protagonista do citado projeto, que agora mudou de número, pois passou de 38 para 59 tendo sido retirado um artigo importante e chocante, que criava um quinto assessor. No fundo, há é o medo de que o MP feche a Câmara deixando os vereadores sem assessores. Se isso acontecesse, o prefeito teria como pagar o 13º salário ainda este ano, ou então dar o aumento que o funcionalismo deseja. Vai ficar tudo na mesma? Quem viver, verá.

Deixem o velho...

...trabalhar! Mas como Galileu deve estar-se perguntando, quando enfrenta uma série de dificuldades que lhe foram apresentadas logo que recebeu a incumbência de dirigir a cidade?

De cara, dois salários a pagar. Mas passado o primeiro obstáculo, vieram o segundo, o terceiro, o quarto e muitos que estão como pedras a não deixá-lo continuar a trajetória. Que iria receber uma prefeitura com dificuldades, ele estava cansado de saber, mas não esperava que fosse tanto. Só que, como nos velhos tempos, “se der, bem; se não der também”. Assim, nomear um ou 20 a mais que o antecessor, além de não mudar a rotina deixa rolar, pois no final tudo vai dar certo.

Sem dinheiro e...

...sem aumento. Como já foi dito neste PB, o novo prefeito não vai dar nenhum aumento     “substancioso”, e sim algo bem chocante como 2%, numa inflação de pouco mais de 4,5%. A perda de remuneração do funcionalismo é antiga, melhorou com o decreto de Demetrius ao dar um gatilho para um revólver que não existia. O que existia, era um pacto, que poucos sabem, que Vladimir iria com o gatilho até o final do seu mandato. Cumpriu e passou o fardo para o sucessor. Em estado calamitoso, não seria conveniente no momento nem se falar em greve, palavra proibida no Brasil faz tempo, e que com Lula e Dilma fazendo as trapaças que hoje são do conhecimento de todos, o barco simplesmente afundou. Melhor deixar o prefeito em paz, à procura de uma saída.

Sem telefone

As dificuldades estão de maneira tão irracional no país, que o anúncio de que as montadoras de veículos estão na UTI, nem chega a chocar. Quando se vai a uma das revendas em Divinópolis, observa-se a tristeza reinante. Se alguém entra para ver as novidades, os olhos dos vendedores se enchem de entusiasmo. Mas fica por aí. Os preços desestimulam a vontade de trocar de carro que sempre foi o maior desejo do brasileiro. Se não houver uma providência urgente no setor, muita gente vai quebrar, e feio. Quem garante isso, é quem está por dentro da situação que só se agrava, pois os poucos veículos vendidos não dão para pagar os prejuízos. O que ainda está mantendo as concessionárias é a revisão obrigatória que, além de cara é desestimulante.

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