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Coluna MG

Do dólar americano como arma de destruição em massa

Do dólar americano como arma de destruição em massa

É preciso admitir claramente que o chefe do Executivo estadunidense atua como um tirano planetário (além de sua ligação com práticas de pedofilia, conforme “Arquivos Epstein”). Esse ditador estadunidense disputa com o chefe sionista israelense o mais alto posto planetário de violação de direitos humanitários da história, tendo em vista o horror do HOLOCAUTO PALESTINO.

Para acobertar suas práticas genocidas, esses ditadores são responsáveis por sanções econômicas e políticas (PASMA-SE!) contra o Tribunal Penal Internacional desde fevereiro de 2025, exatamente pelo fato daquele tribunal atuar na apuração de crimes contra a humanidade praticados na Palestina e mandando emitir MANDADO DE PRISÃO contra o líder sionista israelense.

Ora, é assim que os tiranos agem. Eles odeiam estruturas jurídicas que possam limitar-lhes o poder ditatorial. Estabelecer sanções econômicas e políticas contra um tribunal é mais que o “cúmulo” da tirania. É a própria tirania soberana em sua plenitude, aquela que cria a “vida nua” e o “homo sacer” – G. Agambem – ou seja, tira direitos, desnuda vidas e cria indivíduos matáveis.

Agora o tirano estadunidense se volta contra o Brasil e contra seu sistema de justiça. Mais uma vez se utilizando de “tarifaços” contra a economia nacional. Mais uma vez se utilizando do DÓLAR (USD) como arma de morte de inocentes.

Na realidade, a arma é o dólar, mas a munição se chama SWIFT –Society for  Worldwide Interbank Financial Telecommunication – ou seja, a rede de mensagens financeiras do dólar que conecta mais de 11.000 instituições financeiras no mundo todo.

O SWIFT controla o sistema nervoso da rede bancária global pelo dólar, concentrando o registro de transferências internacionais que envolvam a moeda estadunidense. Um verdadeiro centro de coação econômica.

Enquanto o mundo não buscar novas formas financeiras para uma economia multilateral, todos os envolvidos ficarão sob as “chantagens” desse grande agiota planetário.

Sob esse aspecto, os países precisam tomar cuidado com suas reservas internacionais em dólar (títulos do tesouro americano), pois podem sofrer bloqueios unilaterais. O “agiota” planetário faz isso, constantemente, principalmente contra economias mais fragilizadas, como é o caso de Cuba e Venezuela.

O Brasil necessita de cautela neste momento. Mais de 70% das reservas nacionais no estrangeiro estão investidas em dólar e títulos americanos. Um bloqueio destas reservas significaria um verdadeiro CAOS, um colapso da economia brasileira, tal qual querem os malditos traidores da pátria que operam em solo estadunidense.

Como exemplo de tentativas de se esquivarem da agiotagem SWIFT, alguns países como China e Rússia fazem seu comércio em Yuan ou rublo, índia e Emirados Árabes negociam petróleo em rúpias e Brasil e Argentina chegaram a negociar uma moeda comum para o comércio regional, o “Sur”.

Com esse mecanismo de agiotagem internacional, o dólar é uma verdadeira arma de destruição em massa. Esse mecanismo pode eliminar a vida de centenas de milhares de pessoas sem que bomba alguma seja lançada.

O dólar, nesse contexto, favorece o surgimento sistemático de tiranos estadunidenses. É por isso que o BRICS precisa criar sua própria moeda e se livrar das garras da agiotagem planetária. E tem que fazer isso rápido, pois o tirano estadunidense enlouqueceu, está fora de controle, e pretende dar novos golpes.

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