Emprego com carteira assinada cresce em Divinópolis

Pablo Santos
A criação de vagas de emprego com carteira assinada, em Divinópolis, somou 106 oportunidades no mês passado. Serviços, comércio e indústria foram os três setores com maior volume de vagas criadas na cidade. Já a construção civil fechou com saldo negativo, de acordo com os dados do Ministério do Trabalho. Já no Brasil, a situação foi diferente e o corte de emprego foi registrado.
De acordo com os dados apresentados, foram contratados 2.019 trabalhadores e demitidos 1.913, ou seja, 106 vagas abertas na cidade no mês passado. Esse é o melhor resultado do ano. Em janeiro foram criadas 18 vagas e, em fevereiro, outras 66.
O setor de serviços criou 72 oportunidades de emprego no mês passado e foi o segmento com maior volume de abertura de vagas. O comércio foi outro setor com abertura de vagas: 53. A indústria da transformação abriu 17 oportunidades no mês passado.
Somente a construção dos principais setores registrou retração. Conforme os dados do Ministério do Trabalho, foram encerradas 59 na construção no mês passado.
Acumulado do ano
De janeiro a março, já foram abertas na cidade 199 oportunidades de trabalho com carteira assinada. Somente o setor de serviços e o agropecuário estão com números positivos no primeiro trimestre. O serviço abriram 317 oportunidades formais e agronegócios outras 17 oportunidades.
A indústria da transformação no acumulado do ano cortou 66 vagas de trabalho e o comércio encerrou 64 vagas. A construção civil também fechou vagas no total de 20, de acordo com o Ministério do Trabalho.
País
O mercado formal de trabalho no Brasil fechou 63.624 vagas em março, segundo o Ministério do Trabalho. No mês passado, quando o país teve saldo de quase 36 mil vagas.
No primeiro trimestre, o país perdeu 64.378 empregos com carteira assinada, também com uma redução de 0,17% em relação a dezembro. Em 12 meses, são eliminados 1.090.429 postos de trabalho formais, retração de 2,77%.
Apenas em março, sete dos oito setores de atividade econômica tiveram resultado negativos. Foram os casos, por exemplo, do comércio, que eliminou 33.909 vagas (-0,38%), e dos serviços, com menos 17.086 empregos com carteira (-0,10%). A indústria de transformação perdeu 3.499 (-0,05%) e a agricultura, 3.471 (-0,22%). A exceção foi a administração pública, com abertura de 4.574 postos de trabalho (0,53%).
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