Festas juninas estão de volta

Jorge Guimarães
O mês de junho se aproxima e, com ele, as tradicionais festas da época. As celebrações se iniciam no dia 13, quando se comemora o dia de Santo Antônio. Depois vêm as de São João e São Pedro, nos dias 24 e 29, respectivamente – período para saborear pratos à base de milho verde, pipoca, pé-de-moleque e quentão. São festas de rua, igrejas, clubes e escolas que sempre trazem da tradição caipira, dos quitutes à boa música e a divertida quadrilha.
Preços
E o comércio, principalmente os supermercados, já está voltado para a ocasião com produtos colocados estrategicamente nos corredores e ilhas destinados aos itens mais utilizados nesta época. Em uma loja de supermercado da cidade, entre várias marcas e preços, é possível encontrar o pacote de 500 gramas de canjica branca a R$ 4,89 e o amendoim torrado a R$ 9,99, mesmo valor do comum. O milho custa em média R$ 4,59 e a rapadura, R$ 9,89. Já para o tradicional caldo de feijão, o quilo do carioquinha sai a partir de R$ 8,99 e a linguiça calabresa, R$ 9,29.
Além da elevação de vendas dos artigos típicos, o setor supermercadista ganha pelo maior fluxo e tráfego de consumidores nas lojas, que impulsionam a comercialização de outros produtos, como carnes, queijos e bebidas em geral. Com o clima mais frio, a venda de vinhos também aumenta.
— Temos que lembrar que outros produtos também vão compor a mesa das festas juninas. Para tanto, temos um mix de produtos para atender a todos cardápios possíveis. Estimamos um aumento de 15% nas vendas de itens sazonais, na comparação com o mesmo período do ano passado — avaliou o gerente, Sérgio Alves.
Pesquisa
Com os valores aumentando a cada dia, os consumidores terão que se utilizar da velha e boa pesquisa de preços para poder sobrar algum dinheiro no bolso.
— Mediante a alta da inflação, o consumidor deve ficar de olho nos preços, pois curtir as delícias da festança vai custar mais caro no bolso. Assim, a tradicional pesquisa de preços continua sendo uma das armas mais aliada do cidadão— analisa o economista Leandro Maia.
Para a dona de casa Alice Maria Dias, os tradicionais caldos não podem faltar nas noites frias.
— Em casa, preparamos caldos diversos para saborear nas noites frias. Não pode faltar também uma boa canjica que com outros pratos típicos, dão um sabor diferente à mesa — revela a dona de casa.
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