Final esperada

Batendo Bola
José Carlos de Oliveira
Cruzeiro e Atlético medirão forças no próximo domingo, na grande final do Módulo I do Campeonato Mineiro, em um duelo que já era esperado pela grande maioria dos torcedores, mas que esteve bem perto de não se concretizar, com os dois rivais protagonizando campanhas irregulares na fase inicial, que por pouco não os deixou de fora da reta final do torneio.
Jogo único
A festa da grande final, em jogo único, foi marcada pela Federação Mineira de Futebol (FMF) para o próximo domingo, 8, às 18h, com mando da entidade, sem vantagem para nenhum dos rivais. Time de melhor campanha, na teoria o Cruzeiro seria o mandante, mas a FMF tem esse poder por força de regulamento.
Meio a meio
Algo que não acontece já há alguns anos, a final do estadual deverá ter como principal novidade a divisão das torcidas no Gigante da Pampulha, com o Mineirão devendo ser dividido meio a meio, algo que deveria ser normal e corriqueiro em jogos de futebol, mas que por fatores mais diversos, principalmente pela total falta de capacidade dos dirigentes de se entenderem, é assunto quase impossível de se resolver, com cada um dos lados sempre procurando levar alguma vantagem.
Sem favorito
O momento dos times segue sendo uma incógnita, com nenhum dos dois mostrando um bom início de ano, e impossível é para qualquer pessoa de bom senso apontar um favorito, e tudo pode acontecer na noite do próximo domingo.
Com autoridade
O Cruzeiro chega à final com a melhor campanha, vindo de cinco vitórias consecutivas, e nas semifinais não teve grandes dificuldades em passar pelo Pouso Alegre. O placar de 1 a 0 no jogo de volta, sábado no Mineirão, não reflete bem como foi o jogo, com o time celeste vencendo com autoridade, mostrando futebol suficiente para construir um placar até mais folgado, apesar de o time ainda não estando jogando tudo que pode e sabe.
Em busca do hepta
No outro lado da decisão, o Atlético não teve vida fácil contra o América, empatando os dois confrontos, mas contou com o brilho do goleiro Everson, para levar a melhor na disputa de penalidades máximas, mantendo mais vivo que nunca o sonho do hepta campeonato estadual.
Hegemonia estadual

Na base feminina, o Brasil segue soberano no continente, e no fim de semana chegou ao 11º título do Campeonato Sul-americano Sub-20. Com gols de Tainá e Dudinha, a seleção brasileira garantiu o título continental em Ypané, no Paraguai. Na decisão de sábado, as meninas do escrete canarinho venceram a Venezuela por 2 a 0 e se sagraram campeãs. Tainá e Clarinha marcaram os gols do jogo, disputado no Centro de Alto Rendimento do Futebol Feminino da Associação Paraguaia (Carfem). Esta foi a primeira conquista da técnica Camilla Orlando pela Seleção Brasileira. Além do campeão Brasil, classificaram-se para o Mundial da categoria as seleções do Equador, Argentina e Colômbia. A competição será disputada na Polônia, no mês de setembro.
Sada leva a virada e perde o título

Não foi desta vez. O Sada Cruzeiro chegou a abrir 2 sets a 0, mas foi derrotado no tie-break pelo Vôlei Renata Campinas, na noite de domingo, 1º, no Ginásio Taquaral, em Campinas, em jogo válido pela final do Campeonato Sul-Americano de Vôlei Masculino. As parciais foram 22 a 25, 20 a 25, 25 a 19, 25 a 20 e 15 a 13. Com o resultado, o Campinas conquistou o título inédito. Inclusive, essa foi a primeira vez que a equipe paulista disputou a decisão continental. A competição foi toda disputada em Campinas. A torcida fez a diferença na conquista da equipe paulista, em especial no jogo derradeiro.
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