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Sem traumas

Por Portal Agora
Sem traumas

Sem qualquer tipo de alarde ou propaganda negativa, o prefeito Galileu Machado vai levando o seu mandato em alto estilo. Governa com o pensamento voltado ao futuro, e jamais pronunciou o nome do seu antecessor, seja para aplaudir ou criticar. É o seu modelo. Se tem que conversar algo em particular, o faz com quem pode e guarda segredo. Não vazou nada a respeito da administração anterior e seus auxiliares vão sendo nomeados com tranquilidade, seguindo a sua cartilha. Realmente é um administrador diferente. No entanto, deixou vazar que a situação não será boa no segundo semestre como o previsto, e que terá que suar a camisa, juntamente com a equipe, se quiser realizar alguma coisa ainda este ano. Quando se fala em Copasa, o assunto muda na hora, pois não há pressa em resolver uma questão que considera sem solução, ou entrar numa briga, que segundo seus companheiros, não é dele. Se algum vereador aventureiro quiser aparecer, será sem o seu apoio. E ponto.

O grande baile

Os “meninos” que conferiram o baile de Zélia Brandão viram uma festa rica e bem preparada. Chamou atenção o requinte das fantasias e das máscaras, com o salão cheio de gente bonita com apenas uma preocupação: se divertir. Não houve nenhum empurrão, nada que estivesse em desacordo com o que fora proposto por Zélia, ou seja, apenas alegria. Uma bela festa que não pode acabar, pelo contrário, é necessário permanecer. Para se ter uma dimensão disso, a presença de muitas pessoas da região de cidades distantes aumentou a vontade de que 2018 chegue logo e que Zélia continue com o ânimo para mais uma vez prestigiar a cidade com a alegria dos “folguedos de momo”.

Diminuiu e ...

Não ficaram bem claros os termos do “acordo” firmado entre policiais e governo do Espírito Santo. E está entre aspas o tal acordo, porque na realidade o que aconteceu está mais para uma lavagem psicológica, do que apenas para a lógica. Voltar ao trabalho pura e simplesmente, apenas mostrou que o movimento era bem liderado, e que não partiu apenas das mulheres, o desejo de cruzar os braços da polícia.

...aumentou

É impossível determinar o grau de pressão exercido pelas forças militares e o governo. O convencimento aos líderes valerá na certa uma troca de amabilidades futuras, com o governo cedendo em alguns pontos financeiros e os amotinados algum tipo de perdão. Enquanto isso, a lei deque proíbe greve a quem faz segurança, será revista com penas mais graves e desta vez estendida às mulheres, pois afinal, não se pode, impunemente cercar a frente de um quartel com o objetivo de não deixar os policiais saírem para as ruas. A lei precisa prevalecer, assim como os policiais precisam ganhar mais e receber em dia como qualquer mortal. Desde que tudo se faça dentro da ordem e da tranquilidade. Ficou muito esquisito para a polícia do Espírito Santo. O Brasil viu naquilo, um ato de desespero e medo. No Rio de Janeiro, querem a mesma coisa, e se acontecer?...

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