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Esportes

Sucessão de erros

Por Bruno
Sucessão de erros

Batendo Bola

José Carlos de Oliveira

Muito ou nada a lamentar? Eis a questão. 

A eliminação da seleção brasileira da Copa do Mundo Fifa, pela boa equipe da Noruega, frustra os milhares de torcedores do Brasil e aos amantes do futebol brasileiro espalhados pelo mundo afora, mas não deve ser levada tão a sério assim, analisada a ferro e fogo. A realidade é que no jogo do fim de semana o time nacional perdeu mais pelos seus erros do que pelos acertos de seu adversário. 

Pagou caro

Não tenho dúvidas em afirmar, com todas as letras, que se fosse em confrontos de mata-mata (jogos de ida e volta) daria Brasil, mas como foi em duelo eliminatório deu no que deu. Se houvesse chance de recuperação em uma segunda partida, o Brasil aprenderia com seus erros e avançaria fácil porque é bem melhor que o adversário, mas como o SE não entra em jogo no mundial temos mesmo é que engolir a vergonhosa eliminação.

Nó tático

Sim vergonhosa, porque o Brasil não foi eliminado pelo desempenho da Noruega, mas sim por ele mesmo, pelo que não fez (ou deixou de fazer, não importa), e por não ter enxergado o jogo como deveria. A começar pelo técnico italiano Carlo Ancelotti, que insistiu em sua tática nos noventa minutos e foi simplesmente ‘engolido’ pelo esquema de seu adversário, que optou por ficar com a bola, deixar o tempo rolar. E fez isso muito bem, simplesmente pelo fato de os brasileiros não mudarem de atitude e pressionarem desde a saída de bola.

Mas tem mais

Ah, se tem, e não é fator sorte, é incompetência mesmo. O pênalti perdido e as chances claras de gol desperdiçadas, principalmente no lance de Endrick, poderiam ter mudado a história da partida. Aí, valeu a máxima de ‘quem não faz, leva’, e todos só podem mesmo agora é lamentar pelo que fizeram de errado, ou melhor, pelo que deixaram de fazer certo.

E que venha 2030...

Guarani com meio caminho andado

Bem perto de se garantir nas quartas de final (ainda não está lá, mas está quase), o Guarani vive um momento que nos faz acreditar em coisas melhores ainda para este ano, avançando para a segunda fase já no domingo e, dependendo de seu compromisso nas quartas de final, jogar para vencer e seguir sonhando.

Do desespero ao sonho

Não vou enganar ninguém e muito menos me desculpar pelo meu pessimismo anterior, porque o início de campanha do Guarani era mesmo de meter medo e levar qualquer um a prever o pior, mas algumas peças foram sendo ajustadas, reforços chegaram e se encaixaram bem no time, e a mudança de atitude fez o resto, com a campanha das últimas rodadas sendo sim sinal de esperança em dias melhores, não importando qual adversário tenha pela frente nas próximas fases.

Sem vacilo

O que não pode acontecer é se acomodar agora, tem é partir com tudo para o duelo do fim de semana, que pode valer bem mais que uma classificação à próxima fase, mas a confiança necessária para que o time confie mais em seu potencial e coloque em campo no futuro bem mais que futebol, mas principalmente vontade e garra de vencedor. 

Vitória maiúscula

No jogo do fim de semana, em Patrocínio, o Guarani não fez a sua melhor apresentação no campeonato, mas jogou o suficiente para vencer, que era o que mais importava. E melhor isso, se colocou numa posição mais confortável na tabela, com a segunda colocação de seu grupo já não sendo um sonho difícil de ser alcançado, mas uma realidade perto de ser conquistada, porque depende apenas de si para isso, e com a força de sua fantástica torcida no próximo domingo, pode muito bem chegar lá. 

Hoje o grupo já fez do limão, limonada, agora é tratar de se preparar bem para saboreá-la com alegria.

Recadinho

Ah, e aqui vai um recadinho para os futuros adversários. Se cuidem, porque o Guarani já está no seu retrovisor, e quando chega assim é para passar, passando.

Sou Guarani e acredito, sempre!

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