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Economia

Supermercados projetam alta na venda de itens da festa junina

Por Portal Agora
Supermercados projetam alta  na venda de itens da festa junina

 

Jorge Guimarães  

A festa de Santo Antonio abriu oficialmente, na última terça-feira, as celebrações do mês de junho. Faltando ainda as de São João e São Pedro, 24 e 29, respectivamente. Época de saborosos pratos à base de milho verde, pipoca, pé-de-moleque e quentão.  

?E com a chegada das festas, as pessoas começam a se programar para a ocasião. São festas de rua, de igrejas, de clubes e escolas que sempre trazem o melhor da tradição caipira, dos quitutes à boa música, e a divertida quadrilha. 

Preços 

O comércio já está voltado para as festas e já estão com seus corredores e ilhas destinados aos itens mais utilizados nesta época do ano. Em um supermercado da cidade, dentre várias marcas e preços, podia se encontrar o pacote de 500 gramas de canjica branca a R$ 1,99 e a amarela a R$ 1,79. O amendoim, o comum era vendido por R$ 9,39 e o torrado a R$ 5,29. A canjiquinha saia R$ 1,99 e o milho para pipoca a R$ 2,49. 

Além da elevação de vendas dos artigos típicos desta época, o setor de supermercados ganha também pelo maior fluxo e tráfego de consumidores nas lojas, que impulsionam a comercialização de outros produtos, tais como carnes, queijos e bebidas em geral. Com o clima mais frio, por exemplo, a venda de vinhos também alavanca. 

— Temos que lembrar que outros produtos também vão compor a mesa das festas juninas. Para tanto, temos um mix de produtos para atender a todos os cardápios possíveis — avaliou o subgerente de um supermercado, André de Oliveira  

Brasil  

Os supermercadistas projetam um aumento entre 10% a 15% nas vendas de produtos relacionados à Festa Junina durante o mês de junho, na comparação com a data de 2016. O levantamento, realizado pela Associação Paulista de Supermercados (APAS), levou em conta uma lista de produtos considerados típicos da festividade. Alguns deles foram: amendoim, milho para pipoca, canjica, milho, quentão, vinho quente e pinhão. De acordo com a entidade, para as indústrias de alimentos que estão diretamente relacionadas ao período festivo, as vendas dos meses de junho e julho tendem a representar uma parcela muito significativa da comercialização anual total desses produtos. 

 

 

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