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Educação

Academias sem instrutor são criticadas por professor na Tribuna da Câmara

Por Redação Jornal Agora
Academias sem instrutor são criticadas por professor na Tribuna da Câmara

Flávio Flora

O desportista Antônio Carlos Domingos dos Santos “Baleia” subiu à Tribuna Livre da Câmara, ontem, para falar de esportes olímpicos que deveriam estar mais acessíveis à juventude e reviver momentos marcantes na sua vida como professor de Educação Física.

Uma das críticas feitas pelo tribuno foi endereçada à proliferação de academias ao ar livre, em Divinópolis, sem o devido acompanhamento profissional. Ele tem observado que algumas pessoas usam os equipamentos de forma equivocada, sem conhecimento, seguindo apenas as sugestões de exercícios e alguns alertas fornecidos pelos fabricantes desses equipamentos, o que não é recomendável.

— Encher a cidade de academias ao ar livre é uma proposta interessante e salutar; mas, sem a presença de um instrutor o risco de problemas é muito grande — ressaltou Baleia.

Entrando no assunto de esporte escolar/ universitário, o tribuno pediu a colaboração dos vereadores e da liderança do Executivo na Casa na instalação de quadras de areia para a prática de vôlei e outras modalidades esportivas nas escolas:

— Esporte e artes são dois grandes aliados para tirar crianças e adolescentes das ruas — afirmou professor Baleia.

Campanha eleitoral

Os vereadores receberam o manifesto do desportista com elogios à sua dedicação ao esporte especializado, destacando que sua proposta é uma boa recomendação, que deve ser seriamente considerada.

Um de seus alunos em tempos escolares, o vereador Rodrigo Kaboja (PSD), usou da palavra para lembrar a presença do professor na juventude e elogiar sua trajetória de vida. Em seguida, comentou a observação sobre o risco das academias ao ar livre sem instrutor:

— Deputados em época de eleições, distribuem equipamentos e aparelhos de academia que não úteis à população, por ter baixa qualidade e não ter instrutor para orientar as atividades e os exercícios. Distribuem nos bairros almejando os votos daquelas pessoas que não têm lazer nenhum e usam essas academias por um breve período e depois abandonam a prática — observou o Kaboja, citando a de Ermida como exemplo

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