Batendo Bola 08/10/2024

José Carlos de Oliveira
Quebrando um longo jejum
A seleção brasileira de Futsal retomou a hegemonia do Futsal no mundo, depois de um longo jejum de 12 anos (a última vez que isso aconteceu ainda tinha o craque Falcão em quadra, em 2012), ao se sagrar no início da tarde de domingo (horário de Brasília) hexacampeã mundial, em duelo frente os rivais argentinos, que foi disputado na Humo Arena, no Uzbequistão, O duelo terminou em 2 a 1 para o Brasil, com gols de Ferrão e Rafa Santos para o escrete canarinho.
O grupo que levou o Brasil ao hexa
Goleiros - Guitta, Diego Roncaglio e Willian
Fixos - Marlon e Neguinho
Alas - Dyego, Leandro Lino, Felipe Valério, Arthur, Marcel e Marcênio
Pivôs - Ferrão, Pito e Rafa Santos
Técnico - Marquinhos Xavier
Domínio brasileiro
A seleção provou mais uma vez a velha máxima de que um grande time começa por um grande goleiro, e o Brasil se deu ao luxo de ter no elenco três dos melhores goleiros do mundo: Guitta, Diego Roncaglio e Willian. Além do título, a seleção ainda teve eleito Dyego eleito como o melhor jogador do mundial; Marlon, como segundo melhor atleta do torneio; Willian como melhor goleiro do torneio e Marcel como artilheiro do mundial.

Amor pela amarelinha
Um time campeão é moldado nos pequenos detalhes, e esta seleção que foi hexa no Uzbequistão traz alguns exemplos que poderiam muito bem ser seguidos pelos marmanjos que jogam o futebol de campo. Na grande final, os pivôs Rafa Santos (autor de um dos gols) e Pito foram para o jogo no sacrifício, sem estarem em suas melhores condições físicas. E teve ainda muito mais...
Do próprio bolso
Sim, teve, e muito mais. O goleiro Diego Roncaglio, de 36 anos, tirou dinheiro do próprio bolso para disputar o mundial. Ele pagou para romper seu contrato com o Anderlecht, da Bélgica, porque o time não queria liberá-lo. O goleiro da seleção brasileira precisou tirar do próprio bolso 20 mil euros (cerca de R$ 123 mil) para representar o Brasil no mundial do Uzbequistão.
Buscando novos números
Já garantido nas fases de mata-mata da Segunda Divisão, o Guarani se volta agora para buscar novos objetivos na reta final da fase de classificação do campeonato mineiro, fazendo de tudo – e até um pouco mais – para que os jogadores se sintam ainda mais motivados e ligados nos três jogos que ainda disputam pela fase de classificação, a começar pelo duelo desta tarde em Juiz de Fora, contra o Tupynambás. Vencendo no Mário Helênio, o Bugre chegaria à expressiva marca de oito vitórias seguidas, em igual número de jogos…
Melhor geral
...e ser o melhor time, no geral, na primeira fase, também passa a ser uma meta a ser buscada pelo Bugre, condição esta que deixaria o time com o direito de sempre decidir em casa nos duelos eliminatórios, posição que pode não ser importante para alguns, mas que deve e tem tudo para ser decisiva na reta final.
Dá-lhe Bugre
E vamos que vamos Guarani... hoje mais do que nunca, em tempo algum, um time que tem tantos fatores positivos a seu favor e um sem número de motivos para festejar...
Sou Guarani e não desisto nunca!
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