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José Carlos Ramos

Cerveja

Por Bruno
Cerveja

João Carlos Ramos

Cerveja é uma palavra originada do latim, SERVISIA. É uma bebida produzida da fermentação dos cereais, principalmente a cevada maltada. Terceira bebida mais popular do mundo, seguida pela água e o café. Historicamente, era conhecida pelos sumérios, mesopotâmios e iberos, cerca de 6.000 a.C. O Código de Hamurabi estabelecia uma ração diária de 2 litros para os trabalhadores comuns, 3 para funcionários públicos e 5 para os administradores e o sumo sacerdote da deusa da cerveja, chamada Ninkasi. Segundo o escritor grego Ateneu de Náucratis, era comum o uso de vinho para os de alta classe e cerveja (mais barata) para o povo. No Egito Antigo, o faraó Ramsés III era conhecido como faraó-cervejeiro, por ter doado para o templo de Amon, 466.308 ânforas de cerveja, que se traduzem em um milhão de litros de cerveja para os rituais do templo.

Em todas as eras, o costume de beber cerveja foi se popularizando, até chegar aos nossos dias. No Brasil, ele se iniciou com o Visconde de Nassau, que trouxe consigo, em 1637, o cervejeiro Dirck Dicx, inaugurando a primeira fábrica de cervejas das Américas. Hoje, o Brasil ocupa o terceiro lugar na produção mundial, sendo a capital baiana a maior consumidora. A Heineken é a rainha das cervejas brasileiras, sendo a marca mais consumida. Examinemos agora os benefícios e malefícios da cerveja: redução de riscos cardiovasculares, fortalecimento ósseo, proteção cerebral, auxílio na redução de pedras nos rins, auxílio no bem-estar da próstata são alguns dos benefícios alcançados, desde que haja extrema moderação.

Contudo, o excesso produz: obesidade, principalmente na barriga, doenças hepáticas, pancreatite, taquicardia, câncer tardio, dependência alcoólica e ansiedade. Cabe às pessoas adeptas ao uso da cerveja usarem o bom senso e, principalmente, esquecerem de dirigir em estado crítico de embriaguez.

Conselhos práticos:

1- Se for dirigir, não beba.

2- Se beber, seja moderado.

3- Se for dependente, esteja acompanhado em festas por causa de uma eventualidade.

4- Não beber é melhor.

5- Se for dependente do teor alcoólico (ou não), sempre deixe os familiares avisados para onde pretende ir.

6- Lembre-se: a cerveja pode ser um caminho para vícios piores e sem retorno.

7- Não beba porque os outros bebem. Você pode não possuir resistência semelhante.

8- Pergunte à sua consciência se está certo ou errado.

Bebamos sempre na fonte da verdade!

jocarramos@gmail.com

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