Escolha a catástrofe

João Carlos Ramos
Isaac Asimov (Petrovichi - 02/01/1920 - Nova York - 06/04/1992). Escritor e bioquímico russo-americano de renome internacional na área de ficção científica.
O seu livro, intitulado "Escolha a catástrofe", foi publicado em 1979. Ele explora de forma científica, mística e especulativa os diferentes cenários do fim da humanidade e do universo cósmico. Publicado em 1982 no Brasil, o autor explora as possíveis catástrofes que poderiam ocorrer com o colapso total referido. Dividido em cinco graus de alto poder destrutivo, o homem voltaria à barbárie. O livro nos convida a refletir sobre a fragilidade da existência humana. Sua narrativa não é apenas científica, mas também filosófica. O texto horripilante que emerge do livro é sobre o resplendor da ciência rumo à autodestruição.
Sabemos que existem livros que não se contentam em narrar histórias, mas nos colocam diante de espelhos de verdades de teor translúcido. Sua narrativa é quase matemática, pois organiza os desastres do fim em diferentes graus, nos deixando em suspense. Algo que nos chama a atenção é a veracidade do processo de escolha do próprio homem rumo à destruição total.
Nunca um livro foi tão atual no ano de 2026 como o livro de Asimov. Estamos no limiar da terceira guerra mundial. Podemos ver pelos noticiários o presidente Putin simplesmente brincando com as potências nucleares e o mandatário do poderio norte-americano, Trump, aceitando o duelo da morte. Lembremos que o Terceiro Segredo de Fátima, que fez o pontífice da época desmaiar, é exatamente o fim do Vaticano através de explosões nucleares produzidas pela Rússia.
Também o vidente/astrólogo Nostradamus previu, em suas centúrias, o fim de tudo e o renascer de outra civilização. A "Santa Inquisição" o impediu de falar às claras sobre os grandes segredos do porvir. Nunca estivemos à beira da destruição como agora.
Permitam-me citar o misterioso 666 bíblico, que define com precisão o uso tecnológico como ferramenta de cumprimentos proféticos das ameaças divinas. A marca da besta na testa é uma doutrina única mundial e a marca na mão é o companheirismo mortal.
Não possuo tempo para esmiuçar esse tema que gela nosso sangue e nos faz sentir a necessidade da humildade e o retorno à fraternidade existencial. Senhoras e senhores! Não pretendo causar pânico em meus queridos leitores, mas levá-los à reflexão sem medidas.
Estamos no fim. A terceira guerra mundial explodirá a qualquer momento. Que pessoas vos convém ser, em santo trato e piedade? O homem está destinado a voltar às suas origens do pó. Do berço ao túmulo, não somos apenas nada.
O grande poeta Augusto dos Anjos nos fala o verso imortal: "Tamarindo de minha desventura, a tua sombra há de ficar aqui!"
Convivo diariamente com milhares de livros há décadas e posso afirmar que a busca incessante do homem é pela verdade, mascarada às vezes de ficção. A verdade é como o fio de navalha; sentimos a dor apenas ao contemplá-la.
Divinópolis não é divina, mas humana, falível e mortal. O Brasil não possui cor e as disputas políticas são apenas demonstrações da infantilidade dos homens. Deus ri deles, como diz o salmista, pois são crianças e não sabem.
Quero conhecer o caráter do ser humano e não sua cor ou pretensão! Para que guerras, se a paz é melhor? Por que matar uma flor em botão?
Mulheres são lindas e elas estão sendo assassinadas. Homens de papel à procura do fogo do julgamento!...
Terminando essa crônica, me coloco à disposição dos leitores para um diálogo luminoso.
Paz e bem!
jocarramos@gmail.com
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