Polícia Civil prende segundo suspeito de matar mulher na zona rural de Itaúna

Da Redação
A Polícia Civil de Minas Gerais prendeu, nesta sexta-feira, 13, o segundo suspeito de envolvimento no homicídio de uma mulher de 39 anos ocorrido em 30 de janeiro na região do Calambau, zona rural de Itaúna, no Centro-Oeste mineiro. O investigado, de 20 anos, foi localizado e detido durante uma operação realizada no município de Nova Serrana, a cerca de 70 quilômetros de distância. Segundo a polícia, ele é apontado como coautor do crime e teria agido em conjunto com o irmão da vítima, de 21 anos, que está preso preventivamente desde 7 de fevereiro.
De acordo com as investigações, o corpo da vítima foi encontrado boiando em uma lagoa na região do Calambau. Após a retirada da água, a perícia constatou diversas perfurações provocadas por objeto perfurocortante. Durante as apurações, o irmão da vítima foi identificado como suspeito e, ao ser preso, confessou participação no crime.
Com o avanço do trabalho investigativo, a Polícia Civil identificou o segundo suspeito, apontado como responsável por desferir os golpes contra a mulher. Conforme apurado, ele atuava como agiota e teria emprestado dinheiro à vítima, que não conseguiu quitar a dívida. A partir disso, o investigado passou a ameaçá-la.
Segundo a polícia, no dia do crime o irmão da vítima a colocou no banco traseiro de seu carro e seguiu até uma estrada vicinal na região do Calambau, onde o segundo suspeito os aguardava. Após entrar no veículo, o carro foi parado próximo a uma ponte. Nesse momento, o investigado teria aberto a porta traseira e iniciado os golpes com um objeto perfurocortante.
Após o ataque, conforme a investigação, o suspeito puxou a vítima pelos cabelos, arrastou o corpo para fora do veículo e o arremessou da ponte em direção a um riacho. Em seguida, os dois homens fugiram do local.
Diante dos elementos reunidos, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva do segundo investigado, medida autorizada pela Justiça e cumprida nesta sexta-feira. O suspeito foi encaminhado ao sistema prisional e permanece à disposição do Judiciário. As investigações continuam, e o inquérito será concluído para posterior envio à Justiça.
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