Um ano após enchentes pessoas seguem em abrigos no Rio Grande do Sul

Da redação
Após um ano das enchentes ocorridas no Rio Grande do Sul cerca de 380 pessoas seguem morando em abrigos, a grande maioria está na região metropolitana de Porto Alegre, sendo ao todo nove abrigos em oito cidades.
Abrigos encerrados
A cidade de Canoas através do Centro Humanitário de Acolhimento (CHA) abriga cerca de 216 pessoas localizado no Centro Olímpico no seu último abrigo ativo que segundo a prefeitura deve ser encerrado no fim de maio deste ano.
Outro abrigo ainda ativo na região metropolitana fruto da mesma parceria abriga 120 pessoas e também está em fase de finalização. De acordo com a prefeitura de Canoas, estão sendo construídas 58 casas temporárias, previstas para serem concluídas em maio, tendo também projetos para 1,5 mil unidades habitacionais destinadas as famílias atingidas. Entretanto, há mais de 5,5 mil imóveis considerados inabitáveis e milhares de vistorias pendentes.
Tragédia climática
A tragédia climática que se iniciou no final de abril se estendendo pelo mês de maio do ano passado completa um ano e muitas famílias seguem sem respostas sobre suas residências.
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