Uma década dedicada exclusivamente à cultura

Da Redação
Há 10 anos, quando começou seu trabalho na área cultural, a advogada, gestora e consultora em projetos culturais Lara Ordones não imaginava que encontraria ali sua verdadeira vocação. Como sempre foi multitarefa, tinha dúvidas e insegurança se estava no caminho certo. Não deu outra... Se apaixonou pela arte e pela cultura nas suas mais diversas manifestações.
Neste período, foi sócia administradora, gestora de projetos culturais e produtora cultural na empresa A Casa Arte e Cultura.
Geriu e coordenou projetos culturais em mais de 200 escolas de Divinópolis e região, levando oficinas de literatura, poesia, teatro, música, dança, grafite, cultura popular dentre outras. Produziu e participou de alguns espetáculos como "Retalhos e Memórias", "Velho Chico, lendas e causos" e produziu diversos cursos, oficinas e workshops na Casa Arte Cultura na área da música, contação de histórias e teatro. Foi produtora local no evento cultural "Cidade das histórias" o maior movimento de histórias em Divinópolis.
Além disso, foi colunista de jornais da cidade durante cinco anos, inclusive deste jornal, com a coluna "Movimento Cultural", levando informações sobre a cultura local e uma agenda semanal abarcando todas as áreas artístico culturais.
Formada em direito, com especialização em direito empresarial, Lara utiliza destes conhecimentos para gerir melhor os projetos, principalmente aqueles relacionados às leis de incentivo, contratos e gestão.
Projetos
Atualmente trabalha com projetos culturais, seja elaboração, gestão e captação de recursos e também com consultoria de projetos e carreira, incluindo o marketing digital na área cultural. Para Lara Ordones os artistas precisam entendê-los e aceitá-los como empreendedores da cultura, pessoas que fazem parte da economia criativa do país e movimentam muito dinheiro. Para ela, empreender é fundamental no planejamento da carreira.
Lei Aldir Banc
Quando se fala na Lei Aldir Blanc, a Lei Emergencial da Cultura, Lara Ordones é especialista e vem ajudando artistas e fazedores de cultura do Brasil, principalmente os mineiros e divinopolitanos.
Começou a acompanhar a lei ainda na sua construção e vem divulgando, informando e colaborando com os artistas que foram tão afetados neste momento de pandemia.
Para ela "a Lei nasceu generosa e traz na sua essência a descentralização e democratização. O objetivo é que a verba chegasse em todos os municípios do Brasil. Embora não esteja alcançando 100% seu objetivo, beneficiará muitos artistas e fazedores de cultura neste momento".
Além do trabalho na gestão cultural, Lara gosta de fazer arte. Apesar de não se considerar artista, ela canta no Coral Uirapuru Canto Livre, é bordadeira, contadora de história e, nesta pandemia, se arriscou a escrever crônicas e poemas infantis, que em breve se tornarão um livro.
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