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Economia

Capacidade instalada da indústria do Centro-Oeste supera Triângulo

Por Portal Agora
Capacidade instalada da indústria  do Centro-Oeste supera Triângulo

Pablo Santos

As indústrias do Centro-Oeste de Minas deixaram a última posição no estado do indicador da Utilização da Capacidade Instalada (UCI). Nos últimos anos, a região se manteve abaixo de todas as regiões pesquisadas em território mineiro. Dados de fevereiro colocam o Centro-Oeste à frente do resultado das indústrias do Triângulo Mineiro. Apesar do desempenho positivo, as indústrias regionais operam abaixo da média nacional.

A capacidade máxima de produção da industrial regional chegou a 73% em fevereiro. No ano passado no mesmo período, a UCI chegou a 67,8%, de acordo com os dados da Fiemg.

O desempenho de fevereiro superou o índice janeiro quando as indústrias do Centro-Oeste atingiram 70,5% na UCI, conforme o relatório da Fiemg.

De janeiro a fevereiro, a capacidade máxima de produção chegou a 71,5%, melhor quando se comparado com o mesmo período do ano passado: 67,5%.

No ano passado, a média da UCI no Centro-Oeste ficou 72,1%, em média.

O resultado de fevereiro também tirou o Centro-Oeste da última posição da UCI entre as regiões pesquisadas.  De acordo com os dados da Fiemg, o Triângulo Mineiro teve o pior desempenho na capacidade de produção com 67,3%. Na sequência, aparece o desempenho do Centro-Oeste com o 73% de capacidade de produção.

O melhor resultado de fevereiro entre as regiões mineiras foi na Zona da Mata (83,7%), acompanhado da Região Leste (75,4%) e no Sul (74,7%), apontou os dados da Fiemg.

Minas

Na média em Minas Gerais, a utilização da capacidade instalada ficou relativamente estável em fevereiro (78,3%), com variação de 0,2 pontos percentuais, comparativamente a janeiro (78,5%), na série dessazonalizada. Em relação a fevereiro do ano anterior (78,6%), o índice recuou 1,4 p.p.. Na média do primeiro bimestre do ano (77,1%) houve queda de 1,9 p.p. contra a média do mesmo período de 2016 (79,0%).

Brasil

A utilização da capacidade instalada da indústria caiu em fevereiro, no primeiro recuo em quatro meses, segundo a pesquisa Indicadores Industriais, da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Em fevereiro, a indústria operou, em média, com 77,3% da capacidade instalada, com recuo de 0,4 ponto percentual em relação a janeiro. Em outubro do ano passado, o indicador tinha atingido o menor nível da série histórica (76,1%), tendo subido para 76,2% em novembro, 76,7% em dezembro e 77,7% em janeiro.

 

 

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