Discurso de recepção ao acadêmico

Senhoras e Senhores que o mar, tornou mais fortes, Boa noite!
A noite está cheia de estrelas e ouso solicitar ajuda, a madrinha de todos os poetas, a lua. Sua luz ilumina a verve dos homens e mulheres de bem. Os quatro fundadores desta casa, Jadir Vilela de Sousa, Sebastião Benfica Milagre, Carlos Altivo e José Maria Campos, certamente, se pudessem, iriam saltar de seus túmulos para saudarem o gigante que nos apequenam e ao mesmo tempo nos engrandecem com sua majestade de atitudes, jamais vistas, nessas divinas paragens... Foi concedido a mim, embora indigno, a oportunidade de abrir as portas do palácio dourado da imortalidade ao acadêmico eleito, poeta Eduardo Duarte de Freitas. Nasceu em 06 de abril de 1965 no município de Nova Serrana/MG, e mudou-se para nossa querida Divinópolis, acompanhando seu pai, André de Freitas, fiscal do Estado, que para aqui houvera sido transferido. Sua mãe é Rosina Duarte de Freitas. Possui seis irmãos, o que o orgulha imensamente. Poderia iniciar falando de seu sucesso no mundo empresarial, uma vez que ele alcançou os píncaros dos Andes, conquistando um lugar ao sol, unicamente, pelos frutos de sua meritocracia. Porém, quero falar de suas riquezas, extremamente superiores que são a família e a literatura, cujos véus, nesta noite, são descobertos de forma clara e convincente para que essa platéia seleta e amiga possa contemplar a grandiosa visão de um homem realmente vencedor. Apesar de opiniões contrárias, que possam haver em nossa sociedade, eu defendo, categoricamente, a unidade familiar como fundamento indispensável e exemplar na trajetória de um homem de real sucesso. Analisemos em especial a mulher que é o lado feminino de Deus: Ela administra os espíritos, por possuir o dom inefável de aprisionar e tornar livres, os homens, escravos de seu mar de amor e dependência inquestionável. O ilustre empossando que vedes, é casado com a senhora Daiane Correia Simões Duarte, que possui a mente extremamente analítica, sendo nativa da sexta casa zodiacal, Virgem. Ela ensina ao seu esposo, com todas as letras, a analisar tudo em sua volta e a reter o que é bom. Foram unidos pelos laços do matrimônio no ano de 2016. Dessa feliz união, nasceram os filhos, Rafael Duarte Nascimento, Maria Eduarda Simões Duarte e Júlia Simões Duarte, que representam os três maiores troféus, oriundos de um amor poucas vezes visto na Terra de Minas. Ele possuindo a coroa da liderança primária, se destaca com o devido pioneirismo, evando sempre a mensagem libertária de uma sociedade justa e fraterna. Lembrá-los-hei que o mesmo exerceu o honroso cargo de Diretor de Comunicação no mandato do ex- prefeito Galileu Machado no período de 2001/2004. Uma vez, tendo alcançado o sucesso na vida material e sentimental, obviamente o alicerce estava pronto para o desenrolar de uma profícua carreira literária. Autor do livro, “OLHAR DE UM VELHO LOBO” que foi lançado em março de 2024 na livraria da Rua,no bairro Savassi em Belo Horizonte. O livro traz ilustrações do consagrado artista global Bene Rizzo, que dispensa comentários, devido ao seu extraordinário talento para a pintura. Possui em sua carreira, quase dois mil trabalhos artísticos de rara beleza. A revisão da obra ficou a cargo da senhora Vânia Marques Vasconcelos, filha do meu inesquecível amigo e benfeitor, o saudoso Dr. Luiz Marques Evangelista, engenheiro civil da saudosa Cia. Siderúrgica Pains, hoje Gerdau. Eu me emociono quando me lembro dele... O escritor Eduardo é poeta de fina extirpe. Ouçamos o poema que compõe o livro que ora,enalteço:
AMAR
Sentir os sons que vêm de todos os lados
Algo de bom está acontecendo
O amor voltou
E chegou fazendo algazarra
Tambores, coros angelicais misturados com guitarras
O mundo está posto a amar novamente
Voltem voltem todos
A Academia Divinopolitana de Letras (ADL) é o berço onde a palavra encontra permanência e o pensamento ganha forma de eternidade.
Entre seus membros corre um rio perene que deságua em um mar de sensibilidade e esperança que faz da observação um exercício poético e da poesia um modo de existir. Em sua escrita, o humano e o Divino se tocam — o olhar se torna verbo e o sentir poesia de fino trato.. Sua presença literária, ilustre empossando da sétima cadeira, honra o ideal literário de cultivar a palavra como patrimônio do espírito e da cultura. Nos grandes salões acadêmicos sua voz ecoará, certamente, como testemunho vivo de beleza e emoção, sem limites e sem mácula. Serás um homem na palavra e no existir, inspirando a muitos.
Caros colegas imortais: O poeta Eduardo, fará da poesia seu modo de existir e respirar o mundo..Um gesto de amor pela palavra que não dilui.Com olhar sensível e alma inquieta o poeta transforma o comum em sublime. Revela o invisível nas pequenas coisas e traduz sentimento humano, tirado das pedras das coisas.
O pássaro Eduardo, acaba de deixar seu ninho para cantar entre nós. Honrosamente eu grito: Em nome da Academia Divinopolitana de Letras, abrimos a porta da imortalidade acadêmica e oferecemos à Vossa Senhoria, eterna morada! A cadeira de número sete, outrora pertencente ao grande Waldemar, após ele ter cruzado o rio dos mortos, agora passa a pertencer ao poeta Eduardo Duarte de Freitas!
Seja bem-vindo!
Parabéns!
João Carlos Ramos ocupa a cadeira de número 15
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