Guerras

Sempre existiram e os motivos atuais não são diferentes dos anteriores. Religião, tomadas de territórios, e principalmente, para demonstrar poder, tomando-o de alguém, ou de algum país. O que Israel fez com o Irã, com revide imediato, não começou agora. A justificativa da vez é que o Irã acumulou quantidade significativa de urânio enriquecido para nove bombas nucleares, e que boa parte deste material foi preparado nos últimos três meses. Se é verdade, é difícil de se saber, a não ser que Israel tenha informantes convictos dentro do país inimigo. O fato é que sempre haverá um motivo para esta rivalidade histórica e que a maioria nos ataques é inocente, e acaba levando a pior. Filhos que perdem os pais e vice versa, dezenas de famílias que se tornam órfãs da guerra. Até quando? Muitos apostam que até culminar na terceira Guerra Mundial. Aí, sim, seria o fim. No ponto em que chegou o mundo, só pela misericórdia de Deus.
No Brasil
E não só as guerras com mísseis tem deixado a população desesperançosa. Outras batalhas, como na política, afeta também de forma direta os inocentes. Ou seja: o povo que não tem nada a ver com isso. Exemplo são as atuações rasas dos Legislativo e Executivo, que têm feito de tudo, menos suas reais obrigações. A ira atual contra o Supremo TribunalFederal, inclusive com ameaças de retaliação legislativa, é intensa, e não acontece apenas no Brasil. Em muitos países – como os Estados Unidos e o próprio Israel – os tribunais têm sido atacados, por supostamente interferir na vontade do Legislativo e do Executivo, por interpretarem muitas vezes, as Constituições de forma equivocada. Por aqui, apesar de que em algumas situações a respeito do STF, é claro que em certas decisões, a Suprema Corte tem atuado mais intensamente, ms, nos temas em que o Poder Legislativo se omite. E para frear este embate, os representantes do povo teriam apenas que legislar sobre os assuntos relevantes para o país, respeitando a Constituição, é óbvio. Só que isso não rende benefícios no debate político polarizado. Como dissse o colunista político, Marcelo Trindade, boas leis quase nunca são populares. Por isso, tudo indica que continuaremos a presenciar uma falsa batalha entre os poderes, o que tem só um prejudicado: o povo.
Políticos em Israel
A comitiva de prefeitos e vices brasileiros pode chegar ao Brasil nos próximos dias. Pelo menos é o que diz o presidente do Grupo Parlamentar Brasil-Israel, o senador Carlos Viana. O representante de Minas Gerais afirmou que o acordo foi fechado no domingo, e que o governo israelense teria garantido escolta. Os políticos estavam “presos” em Tel Aviv, em Israel, e foram levados, na tarde de ontem (manhã no Brasil), até a fronteira com a Jordânia, e recebidos pela embaixada brasileira. A nota está dentro das possibilidades porque até o fechamento deste PB, na manhã desta segunda, tudo ainda era certo. O governo de Israel se prontificou a fazer a escolta deles de outros brasileiros no país para viabilizar o retorno de todos. Isso é o mínimo, em um novo momento tão desastroso e lamentável entre os países do Oriente Médio. Como já foi também, envolvendo o Iraque, Hamas, por exemplo. A torcida e as orações, com certeza, seguem para que, não somente os estrangeiros consigam sair destes países, mas que os ataques sejam cessados.
Críticas dispensáveis
Aproveitando o gancho que a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), entrou em contato por telefone com os políticos em Israel, e por se tratar de uma mulher, não tem como deixar passar a situação da vice-prefeita, Janete Aparecida (Avante) que está no meio desta comitiva. Ela foi representar o prefeito Gleidson Azevedo (Novo) e todos os moradores de Divinópolis em um curso. Realmente, incompriensível, o motivo de tanto ataque a ela por estar lá. Ou simplesmente pelo fato de ser mulher? E o mais triste ainda é de muitos partirem de outras mulheres, quando deveria ser o contrário. É em situações como esta é que se tem a certeza de que o principal adversário do sexo feminino é a própria mulher. Por inveja, ciúmes, sabe-se lá porquê. Será que se fosse o prefeito, a situação seria a mesma? Mesmo que Janete estivesse lá passeando, seria da conta de alguém? Se as pessoas se preocupassem mais com suas vidas, ao invés de ficar apontando fatos nas condutas do outro, o mundo, com certeza, seria bem melhor.
Mulher x mulher
Ainda dentro do assunto mulher, está na hora das duas representantes da Câmara de Divinópolis, Ana Paula do Quintino (Avante) e Kell Silva (PV), unirem forças, e dar "um chega pra lá" em colegas que "vira e mexe" as trata, assim como outras de fora, com desdém. São apenas duas na Casa, isso já mostra o machismo ainda impregnado na sociedade, incluindo neste contexto, que mulher não vota em mulher, pelos motivos já expostos no tópico acima. Se assim não fosse, colocando Divinópolis como exemplo e a quantidade de eleitores na cidade, seriam pelo menos, seis representantes no Legislativo. A continuar com essa "palhaçada" sem sentido, a situação nunca vai mudar. Simples assim!
Comentários
Participe da conversa — todos os comentários passam por moderação.
Carregando comentários…
