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Política

Imaturidade eleitoral 

Imaturidade eleitoral 

O Agora tem enfatizado neste espaço, a necessidade de amadurecimento do povo brasileiro. Algumas situações escancaram isso, e comprovam cada vez mais o quanto é urgente que os brasileiros amadureçam, principalmente no quesito política. E, essa maturidade se faz necessária tanto para os eleitores quanto para os governantes. Neste viés, o ministro da Fazendo, Fernando Haddad (PT) anunciou na última semana, o pacote de gastos do governo federal, e bastou ele fazer o comunicado para que os opositores de plantão começassem o seu “trabalho”. É fato que democracia é feita da pluralidade, e das diferenças, mas o que chama a atenção neste caso é o comportamento de alguns governantes, e de parte do eleitorado, que fazem oposição apenas por fazer. Não há um embasamento técnico. Querem apenas dificultar, e não apresentam uma solução sequer. O Brasil urge por avanços na economia, é fato, porém há de a área apresentou um crescimento de 1,4%, mas com a inflação em alta, esse crescimento ainda não chegou no bolso do trabalhador. O que mais impressiona é ver que ao invés de unirem forças, e se juntarem para que este desenvolvimento chegue até a mesa do pobre, não; os políticos preferem alimentar esta polarização que distancia o Brasil cada vez mais da evolução. 

Este cenário é enfrentado não apenas no âmbito federal, mas também no estadual e no municipal. E, a pergunta que vale ouro é: o que e quem ganha com isso? Afinal, já está mais do que provado que o país anda em círculos há muito tempo. E, isso vem afetando tanto o Brasil, que quando há crescimento, em qualquer área, ele é tão pequeno que não chega à população, quanto seu povo. Enquanto as oposições vão sendo feitas por aí a “torto e a direito”, sem um real propósito, que não seja inflamar ainda mais essa polarização, o país segue na lama. A população continua apenas se iludindo com discursos bonitos na internet, quando na vida real nada é feito. A imaturidade eleitoral grita mais a cada dia. E, traz à realidade: não é possível pensar em evolução quando não se tem maturidade, quando não se tem representantes maduros o suficiente para unir forças quando necessário, a apresentar soluções quando só existem problemas. Todo este cenário envolvendo o pacote de cortes do governo federal escancara mais uma vez o quanto a política brasileira é rasa, e o povo mais raso ainda. 

Não existem debates que consigam elevar o país a um nível um pouco maior. O que existe é apenas uma política suja e barata. Todos envolvidos em seus próprios interesses, incapazes de honrar o cargo para o qual foram eleitos. O pacote de cortes anunciado pelo ministro veio tarde, é fato, e mostrou o quanto o país urge por medidas drásticas na economia para que o povo sinta no bolso esse crescimento, mas o que país urge também é de uma maturidade que consiga fazer que a nação saia deste caos político, desta polarização, da lama. Essa imaturidade eleitoral tem custado caro para o povo, e a prova está aí. O trabalhador cada vez mais longe de sentir este leve desenvolvimento em seu bolso. E, terá que se contentar apenas com o ódio e com essa polarização que não tem levado ninguém a lugar nenhum.

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