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Política é marcada por polêmicas no Legislativo e Executivo

Política é marcada por polêmicas no Legislativo e Executivo

Da Redação

Não faltou entretenimento na política divinopolitana e nacional em 2025. Da posse do prefeito Gleidson Azevedo (Novo) às várias polêmicas na Câmara Municipal, o ano foi marcado por diversos episódios que deram o que falar.

É hora de lembrar o que foi destaque na política!

Posse

O ano começou com a cerimônia de posse de Gleidson para seu segundo mandato na Prefeitura, após uma vitória expressiva com mais de 71% dos votos. Junto a ele, a vice-prefeita Janete Aparecida (Avante) e os 17 vereadores assumiram seus cargos. A eleição da Mesa Diretora para o biênio 2025/2026 ocorreu sem sobressaltos, elegendo Israel da Farmácia (PP) como presidente em uma chapa única e consensual.

Polêmicas na Câmara…

A primeira polêmica aconteceu na segunda semana do ano. A Câmara Municipal de Divinópolis publicou, no dia 7,  uma portaria que aumentava o vale-refeição dos vereadores em quase 262%. O valor do benefício iria de R$ 508 para R$ 2.000 por mês. Após intensa pressão popular, o aumento foi revogado na semana seguinte. Mesmo assim, o Legislativo declarou que a mudança era constitucional. 

…e na Prefeitura

Gleidson também não fugiu das polêmicas. Em julho, foi denunciado após gravar um vídeo recomendando um suplemento sem registro na Anvisa. A deputada Lohanna França (PV) solicitou uma investigação do Ministério Público sobre o caso. Quem também passou por problemas foi Janete Aparecida. A vice-prefeita ficou presa em Israel — onde participava de um curso — durante os ataques do Irã.

Devolução

Apesar das polêmicas, o presidente da Câmara, Israel da Farmácia, considera que o ano foi positivo no Legislativo. A Casa vai devolver cerca de R$ 2,3 milhões ao Poder Executivo, valor que supera devoluções registradas em anos anteriores e marca um dos melhores desempenhos financeiros do Legislativo na última década. 

— A Câmara Municipal vai devolver R$ 2,3 milhões para os cofres do Município. É uma devolução histórica para Divinópolis — afirmou Israel.

Conforme o presidente, a economia foi construída a partir de um conjunto de medidas administrativas, entre elas a redução de despesas operacionais, revisão de contratos e maior controle sobre gastos internos.

Eleições

Com o calendário eleitoral se aproximando, e mesmo sem nenhuma campanha oficialmente autorizada, Divinópolis já vive um cenário típico de pré-eleição. Eventos partidários, entrevistas, declarações públicas e pesquisas de intenção de voto passaram a ocupar o centro do debate político local. Nomes como Vitor Costa e Gleide Andrade (PT); Eduardo Azevedo e Domingos Sávio (PL); Lohanna França (PV) e Gleidson Azevedo (PL) estão cotados para disputar o pleito em 2026.

Bolsonaro

No Brasil, o ano político foi marcado pela prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em 11 de setembro de 2025, o Supremo Tribunal Federal (STF) o condenou a 27 anos e 3 meses de prisão em regime fechado por tentativa de golpe de Estado. No dia 22 de novembro, o ministro Alexandre de Moraes converteu a prisão domiciliar em prisão preventiva, e Bolsonaro foi levado para a Superintendência da Polícia Federal em Brasília. Ele foi acusado de tentar burlar a tornozeleira eletrônica.

Aumento de salário

O assunto mais impactante na política divinopolitana foi o aumento de salário dos vereadores. A Câmara de Divinópolis aprovou, em dezembro, o aumento de 42,22% dos salários para a próxima legislatura e o acréscimo de mais duas vagas de vereador na Câmara. As alterações passam a valer a partir de 2029 com o vencimento de R$ 17 mil por mês. O caso gerou revolta nas redes sociais e pressão para que o prefeito Gleidson vete a proposta.

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