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Economia

Preço de itens da construção registra queda em Divinópolis

Por Portal Agora
Preço de itens da construção registra queda em Divinópolis

 

Pablo Santos

 Dos sete principais itens da construção, quatro apresentaram queda de preço em outubro, de acordo com o levantamento mensal do Núcleo de Pesquisas Econômicas (Nupec) da Faced. Em alguns casos, a queda do valor chegou a quase 6% no mês passado, quando se compara com setembro. Já as variações de valores chegaram a 109% entre um e outro estabelecimento.

De acordo com o levantamento, 16 estabelecimentos que comercializam materiais básicos de construção foram pesquisados. Os itens analisados foram cal, cimento, preço do metro cúbico da areia, brita e tijolo cerâmico com oito furos.

O tijolo de oito furos custa R$ 0,61 e, no mês anterior, estava cotado a R$ 0,68, em média, representando queda de 6,93%, apontou a pesquisa.

Outro item com queda foi a brita número 1. De acordo com o levantamento, o metro cúbico do item está cotado em R$ 76,21 outubro, contra R$ 79,49, de setembro, representando declínio de 4,13%.

Cal de 50 kg também foi outro produto da construção com retração no preço. De acordo com a pesquisa, o item chegou a ser comercializado a R$ 7,65 em setembro e caiu para R$ 7,49. Já areia grossa teve uma leve retração de 0,64% em outubro.

 Alta

Apesar da queda de preço de quatro itens em outubro na comparação com o mês anterior, outros três produtos da construção civil tiveram alta no preço. O metro cúbico da areia fina subiu 2,61%. Com o reajuste, o metro cúbico do item custa, em média, nos depósitos da cidade, R$ 90,21.

A saca de cimento de 50 quilos aumentou 2,58% e está cotado em média a R$ 15,54. A argamassa ficou com preço estável em outubro e custa, em média, R$ 7,34.

A pesquisa do Nupec ainda apresentou os materiais com maior variação de preço entre um e outro estabelecimento.

— Os itens que registraram as maiores variações de preços entre os depósitos de construção da cidade, foram: tijolo 8 furos (70%), areia fina (70%) e brita (109%) — afirmou o pesquisador, Leandro Maia.

 

 

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