Previsão mostra semana chuvosa em Divinópolis e Minas Gerais

Da Redação
Uma frente fria, que incide sobre a Região Sul nesta semana, causa instabilidades, principalmente, no Triângulo Mineiro e Sul de Minas. O previsto é que os próximos dias serão de chuvas contínuas e possibilidade de tempestades. Além destas regiões, a chuva também pode cair em toda Minas Gerais.
A semana começou com um domingo chuvoso e uma segunda-feira com alerta para chuvas intensas. Para hoje, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) faz um alerta para “perigo potencial” de precipitação até às 10h o dia pode ter 20mm/h e 30mm/h ou até 50mm/ dias em quase todo estado.
Região
A Região Centro-Oeste também receberá uma quantidade significativa de chuva durante esta semana. A previsão do Climatempo mostra que até quinta-feira, 7, os dias devem vir com garoa e pancadas de chuva, principalmente à tarde, e a porcentagem de precipitação varia de 74% a 94%.
A situação fica mais intensa na próxima sexta-feira, 8. A previsão aponta para um dia nublado com chuva de manhã e temporal à tarde e à noite. Estão previstos cerca de 32mm.
Além disso, as temperaturas no decorrer da semana podem ser mais baixas. O dia mais quente está previsto para ser na quarta e quinta, com apenas 27ºC de máxima, enquanto as mínimas variam de 19ºC e 20ºC.
Perigo no Triângulo Mineiro
O Inmet emitiu na tarde de ontem, 04, outro alerta para a região do Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba e pequenas áreas do Sul de Minas e Noroeste de Minas que fazem divisa com as regiões de aviso.
O órgão alerta para chuvas entre 30 e 60mm/h ou até 50 e 100mm/dia. Além disso, pode haver rajadas de ventos com velocidade de 60 a 100km/h, com risco de corte de energia elétrica, queda de galhos, alagamento e de descargas elétricas.
Chuva constante
Pesquisas realizadas recentemente pelo Inmet e Ministério da Agricultura e Pecuária, mostram que o mês de novembro deve registrar chuva acima da média em parte de Minas Gerais.
Contas de luz
Após um considerável aumento no nível das hidrelétricas, a bandeira tarifária amarela começou a valer a partir da última sexta-feira, 1. A cobrança da taxa extra, que era de R$ 7,877 por 100kWh na bandeira vermelha patamar 2, agora foi reduzida para R$ 1,885 a cada 100 quilowatts-hora.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) explicou que um dos principais motivos analisados para redução na tarifa, foi a melhoria nas condições de geração de energia no Brasil.
Nos últimos meses, estava em vigor, desde abril de 2022 a bandeira verde, em que não há cobranças extras. A situação mudou quando a Aneel precisou adotar a bandeira amarela em julho deste ano, em agosto, a verde voltou, porém foi preciso acionar a vermelha a partir de setembro.
Bandeiras tarifárias
Bandeiras tarifárias é o Sistema que sinaliza aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica. Para tanto, as cores das Bandeiras (verde, amarela ou vermelha) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração de eletricidade.
A bandeira verde representa condições favoráveis de geração de energia. A tarifa não sofre nenhum acréscimo. A partir disso, a amarela significa que as condições de geração já são menos favoráveis, e a tarifa sofre acréscimo de R$ 0,01885 para cada quilowatt-hora (kWh) consumidos.
Além disso, existe a última bandeira, a vermelha, que é dividida em 2 patamares. O patamar 1 quer dizer que as condições são mais custosas para geração de energia, e com isso, a tarifa sofre acréscimo de R$ 0,04463 para cada quilowatt-hora kWh consumido. Já o patamar 2, estabelece uma condição ainda mais custosa de geração, resultando no acréscimo de R$ 0,07877 para cada quilowatt-hora consumido.
Comentários
Participe da conversa — todos os comentários passam por moderação.
Carregando comentários…
