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Projeto ‘Cantáteis’ lança clipe 

Projeto ‘Cantáteis’ lança clipe 

Da Redação 

O projeto ‘Cantáteis’ lançou ontem o clipe da música “Todo Mundo tem Direito”, uma produção que destaca a importância dos direitos humanos e da inclusão social. O lançamento, fruto da aprovação da Lei Paulo Gustavo no âmbito municipal, celebra a diversidade e a igualdade, trazendo uma mensagem de valorização e respeito à dignidade de todas as pessoas. 

 A Lei Paulo Gustavo tem sido uma importante ferramenta de incentivo à cultura, possibilitando que iniciativas como os Cantáteis alcancem um público amplo, sensibilizando e conscientizando através da arte

Missão

Criado em 2016, o projeto “Cantáteis” nasceu com a missão de levar cultura e arte a lugares que geralmente não contam com fácil acesso a essas iniciativas, como asilos, casas de acolhimento, abrigos e escolas para pessoas com deficiência. Com uma abordagem sensível e inclusiva, o projeto busca promover experiências culturais transformadoras em comunidades e instituições que muitas vezes enfrentam barreiras para participação de atividades artísticas.

Formado pela empreendedora cultural Clecília Maia, pelo músico e professor Eduardo Maia e pelas cantoras Giovanna Bueno e Sophia Couto, há quase dez anos, já promoveu vários encontros dentro dessas instituições.

— Como é gratificante toda vez que visitamos alguns desses espaços para cantar, contar histórias, brincar, enfim, estar presente levando um pouquinho de conforto para as pessoas que ali estão, vivem ou estudam. As trocas são sempre muito intensas e já não temos mais dúvidas, somos sempre os que mais saem ganhando nessa troca. Levamos arte e trazemos a reciprocidade do amor que nos ofertam — comenta Clecília Maia.

Para Sophia Couto, “Todo mundo tem direito" é uma canção que fala sobre a liberdade do ser humano de poder ser quem é. 

— Do direito de usufruir de uma vida digna, saudável e feliz.  É um recado simples. São aquelas obviedades da vida que precisam ser ditas para que não nos esqueçamos de que todos somos iguais. Somos todos humanos, temos o mesmo DNA. Sentimos, sonhamos, desejamos. Todos nós queremos ser livres, respeitados e felizes — detalha Sophia Couto.

Bastidores 

Nos bastidores da gravação, junto aos alunos recebi muita energia positiva e carinho. 

— Durante as gravações pude sentir uma energia maravilhosa. Os alunos do Instituto Helena Antipoff nos receberam com todo carinho e animação. Deu pra perceber o quanto eles gostam de música e de arte. Isso conecta pessoas. Eles prepararam até uma coreografia para a música, arrasaram demais. Me sinto grata por participar de um projeto tão lindo, que une música, arte e pessoas — complementa Sophia. 

Giovanna Bueno diz ter a certeza de que “somos sempre os que mais ganham nessa troca”

— Sair no meio do horário de trabalho para gravar o clipe nas dependências do Instituto Helena Antipoff, ser recebida amavelmente por todos que lá estavam, em especial, pelos alunos que participaram da gravação do clipe não tem preço. É muito amor envolvido — define a cantora Giovanna Bueno.

Agradecimentos 

O grupo agradece ao presidente do Instituto Helena Antipoff, Juliano Vilela, por recebê-los e tão prontamente aceitar o convite de participar das gravações do clipe. 

— Para nós é sempre importante contar com parcerias que fazem o projeto acontecer e fazer a diferença na vida de tantas pessoas — complementa Eduardo Maia.

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