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Saúde

UPA em Divinópolis passa por fiscalização do Tribunal de Contas

UPA em Divinópolis passa por fiscalização do Tribunal de Contas

Da Redação

A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Divinópolis foi vistoriada, na quarta-feira, 6, por duas auditoras do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE/MG). A ação é realizada pelo órgão em todo o estado. O objetivo é avaliar o serviço prestado e identificar possíveis irregularidades na prestação de serviços de saúde. 

Divinópolis

O Consórcio Intermunicipal de Saúde da região Ampliada Oeste (CIS-URG) está à frente da gestão da UPA desde julho deste ano. 

Para o gerente-assistencial da unidade, Cleverson Humberto, a situação é uma oportunidade de dialogar e promover ajustes para melhorar ainda mais a prestação do serviço. 

— No dia 16 de julho, assumimos a gestão da unidade e estamos trabalhando incansavelmente para a melhoria do atendimento. Já tivemos um grande avanço e entendemos que podemos melhorar ainda mais com base nas orientações que o TCE nos passar — destacou. 

Atuações

Apenas no primeiro dia de fiscalização, na quarta, os auditores encontraram uma série de inadequações no estado. Dentre os problemas identificados pelo TCE/MG: falta dos médicos designados em escala, pacientes em corredores, incubadoras estragadas, inexistência de controle da frequência de médicos, remédios vencidos, falhas nos armazenamentos de medicamentos e estruturas danificadas, como entulhos, mofos nas paredes e resíduos descartados irregularmente.

Em um hospital de Belo Horizonte, por exemplo, os auditores identificaram os registros de médicos com os pontos de saída previamente já assinados. Em outras localidades, banheiros interditados ou sem acessibilidade. 

— Pacientes sendo atendidos em macas nos corredores, escala médica desatualizada na recepção, entulhos e leitos estragados na área externa e almoxarifado de medicamentos com umidade nas paredes — detalha o TCE sobre problemas em um hospital de Pedro Leopoldo. 

Vários equipamentos também estão estragados ou ainda não entraram em funcionamento. Em um dos casos, um raio-x aguarda para ser instalado desde janeiro do ano passado. 

Outras questões envolvem o armazenamento inadequado de remédios controlados, que não são trancados.

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