Vagas

A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) tinha, no início da semana, 45 pacientes aguardando transferência para vagas hospitalares pelo sistema SUSfácil. Todos os pacientes em espera são adultos e estavam em enfermarias, sem registros de casos em Centro de Terapita Intensiva (CTI) ou pediatria. De acordo com o levantamento atual, três desses pacientes já têm vagas aceitas no sistema, aguardando apenas a efetivação da transferência. É importante destacar que esse é um problema da Central de Regulação do Estado — responsável pelas vagas hospitalares em Minas Gerais.
Mesmo problema…
A UPA leva há muitos anos uma culpa que não é dela. A disponibilidade de vagas não é de responsabilidade do Município e sim do Estado. Fica cada vez mais claro como o Hospital Regional faz uma enorme falta para a cidade. Sem ele, a unidade fica estrangulada e ainda é responsabilizada erroneamente por populares. As promessas ainda continuam no papel e o HR ainda não foi entregue. O ano mudou, mas as histórias são as mesmas. O divinopolitano não aguenta mais ser enganado.
Palmas para a UPA
Ainda falando da UPA, a nova gestão da unidade deu um verdadeiro show nesta semana. A unidade implementou um sistema de identificação por meio de uma pulseira personalizada para pacientes com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A medida busca humanizar o atendimento e promover uma assistência mais acolhedora. A pulseira permite que as equipes assistenciais identifiquem, desde a entrada na Unidade, os pacientes com TEA. Desta forma, possibilita ajustes na comunicação, redução de estímulos sensoriais e maior compreensão das particularidades de cada caso ao longo do atendimento, especialmente em um ambiente de urgência e emergência. Show de bola!
Polêmica
O último vídeo do senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) está dando o que falar. O parlamentar declarou que vai entrar com um projeto de lei no Senado para proibir os fogos de artifício. A Aliança Brasileira da Pirotecnia publicou um vídeo através do porta voz Guilherme Santos. Nele, o segmento defendeu a prática e disse que vem buscando um diálogo para promover uma regulação equilibrada, que proteja as pessoas sensíveis mas que não inviabilize a atividade que emprega muitas pessoas na região. Isso ainda vai render!
Meio-termo
Nem lá, nem cá. É preciso ter calma e cautela ao analisar essa questão. É errado querer proibir 100% dos fogos de artíficio, visto que o setor empega milhares de pessoas na nossa região. Santo Antônio do Monte, por exemplo, é o segundo maior produtor no mundo. No entanto, não é correto que autistas, cachorros e crianças sofram com os barulhos. É preciso que se organize uma forma mais justa para todos. Chega de 8 ou 80!
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