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Política

A César…

A César…

É comum que este PB critique a mordomia dos políticos brasileiros. Merecidamente, é claro. O nosso Congresso custa bilhões todos os anos. Mas quando o nosso suado imposto é retornado em melhorias, temos sim que destacar. Lógico, é mais do que obrigação dos nossos representantes. No entanto, há tantos que não fazem absolutamente nada e recebem o salário que nós pagamos. Neste sentido, é notório destacar o PL do senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) que isenta o IPVA para veículos acima de 20 anos em Minas Gerais. Já é um absurdo pagar taxas altíssimas para andar em estradas horríveis. Sem contar que o valor cobrado é surreal. Um golaço!

o que é de César!

Muitos mineiros têm entrado no site da Secretaria de Fazenda e tomando um verdadeiro susto com a isenção. Motoristas que pagavam R$ 500, R$ 600, R$ 700 e até R$ 1000 no IPVA de seus veículos encontraram a palavra “isento”. Alguns inclusive devem ter pensado: “que benfeitoria do governador”. Não. A César, o que é de César. A isenção foi uma conquista do senador após muita luta. Chega de políticos que querem aparecer na luta de outros parlamentares. Parabéns ao representante de Divinópolis pelo trabalho!

Nem tudo são flores…

A isenção não é total devido a famosa taxa de licenciamento, que custa por volta de R$ 35. Um verdadeiro escárnio, visto que o papel de licenciamento do veículo não chega mais por correio para os motoristas. É tudo on-line. Os motoristas que já pagam o IPVA tem que pagar também a taxa de licenciamento para algo chega no celular. Qual a pegadinha? Pare o mundo que eu quero descer! “Ah, mas o valor é baixo em comparação ao IPVA”. Concordo, mas a questão não é o dinheiro e sim o que está por trás. Espinhoso!

Banco Master

A Prefeitura de Congonhas, na região Central de Minas Gerais, terá de arcar com o prejuízo que a previdência municipal sofreu com a liquidação extrajudicial do Banco Master, decretada em novembro do ano passado. O sistema de aposentadorias e pensões da cidade, conhecido pela alcunha Prevcon, tinha R$ 16,5 milhões atrelados a letras de crédito da instituição financeira. Congonhas aportou R$ 14 milhões no Master em maio do ano retrasado. O investimento rendeu R$ 2,5 milhões. Por isso, a previdência municipal passou a ter, junto ao banco, um saldo de R$ 16,5 milhões. Para recuperar esse dinheiro vai ser díficil.

Olha o fisco!

Ainda em BH, o governo de Minas Gerais determinou, ao longo de 2025, a exclusão de 74 empresas do Simples Nacional por sonegação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em vendas com cartões e meios de pagamento eletrônico. A punição, acrescida de multas, foi determinada em julgamentos de autuações fiscais no Conselho do Contribuinte (CCMG). Cuidado!

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