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Política

Azevedos não mudam 

Azevedos não mudam 

Os três irmãos Azevedo, Cletinho, Eduardo e Gleidson vão disputar as eleições deste ano. Governador, deputado estadual, senador ou deputado federal, nesta ordem como estão escritos os nomes. No entanto, nenhum se filiou a outro partido para entrar na disputa. Este PB conversou com o trio que confirmaram a permanência no Republicanos, PL e Novo, respectivamente. O prazo para troca termina neste sábado e muita gente, em especial, os parlamentares migraram para outras siglas, de acordo com cada necessidade e interesse. O PL em Minas, por exemplo, fez uma grande movimentação em Minas de olho na votação de Nikolas Ferreira  — ajuda zero para Divinópolis que lhe deu mais de 20 mil votos na última eleição. A sigla do ex-presidente Bolsonaro pode surpreender também na candidatura ao governo de Minas. Aguardemos, já que a data da filiação é apenas a primeira do calendário eleitoral.

 Em Divinópolis?

Por aqui não foge à regra dos caçadores de votos em todo ano eleitoral, em especial durante as campanhas. A exemplo de Nikolas, o que não faltam são paraquedistas que tiram votos de candidatos locais, consequentemente, tira a oportunidade da população da cidade de ser melhor assistida com mais representantes nos poderes do Estado e do País. Esta mesma população que precisa de uma vez por todas ter ciência que ao escolher um candidato de fora, é a ela mesmo que está prejudicando. Para quem não entende isso ainda, talvez uma campanha da Justiça Eleitoral orientando seria o ideal. E para aqueles que recebem algo em troca de apoio, a recomendação é tomar vergonha na cara. Caráter não se adquire ou vende, se tem. Simples assim.

Quantidade 

Outra situação que também em todo processo eleitoral atrapalha e muito a eleição de mais representantes para Divinópolis: o número de candidatos.  Uma cidade deste tamanho com tanta demanda em todos os setores contar com apenas quatro representantes, é muito pouco. E olha que já foram somente dois ou três. A partir do momento em que há divisão de votos  devido à quantidade de postulantes e também pelo apoio a candidatos de fora esse risco é gigantesco. É preciso lembrar para ambas as partes que quanto mais eleitos, mais benefícios vem para o Município. Candidatar apenas por disputa de ego e fundo eleitoral é uma tremenda de uma covardia com aquele que banca toda essa farra: o patrão chamado povo. 

Nomes 

Até o momento, o que pode mudar durante o calendário eleitoral, Divinópolis conta pelo menos com nove nomes que se colocaram à disposição. Se Cleitinho confirmar a pré-candidatura ao governo de Minas, fica de fora, visto que são intenções para o Legislativo. São eles: Cleber Corrêa, Domingos Sávio, Eduardo Azevedo, Fabiano Tolentino, Flávio Marra, Gleidson Azevedo, Gleide Andrade, Josafá Anderson e Lohanna França. Isso se não aparecer mais, como se cogitou, por exemplo, o vereador Valmir Ribeiro. Juntando isso mais o dobro que vem de fora se dar bem com eleitorado daqui que já não é muito, imagine o resultado. Vale repensar. 

Na frente

E por falar em candidatos disputa de cadeiras no Legislativo, a ex-prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), aparece em primeiro lugar na corrida pelo Senado em Minas Gerais, com 20,6% das intenções de voto, à frente de Carlos Viana (Podemos), que já anunciou que concorrer à reeleição pelo PSD, que soma 18% do eleitorado. Os números aparecem na pesquisa AtlasIntel, nesta quarta-feira, 1°, e considera tanto o primeiro quanto o segundo voto dos eleitores visando uma cadeira na Casa legislativa. Domingos Sávio aparece em terceiro lugar com 15,6%, seguido por Alexandre Silveira com 12,6% e Marcelo Aro, 9,4%.  O restante, como o ex-governador e deputado federal Aécio Neves, não atingiu 9%. Disputa apertada, o que significa que a briga vai ser boa e interessante. 

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