Imprensa

Qual seu papel? Mais que informar, é promover conhecimento e conscientização sobre temas de interesse da coletividade, dentre outros. Um exemplo claro disso é sobre o que foi noticiado ontem com exclusividade pelo Agora: https://www.agoracomvoce.com.br/2025/01/21/exclusivo-semed-ahttps://www.agoracomvoce.com.br/2025/01/21/exclusivo-semed-abre-processo-administrativo-disciplinar-para-investigar-assedio-moral-em-cmei/bre-processo-administrativo-disciplinar-para-investigar-assedio-moral-em-cmei/. Conforme transmitido, as diversas denúncias efetivadas pelo Jornal Agora sobre os possíveis abusos da diretora do Cmei Professora Maria D’alva resultaram em uma sindicância que concluiu pela abertura de Processo Administrativo Disciplinar (PAD). Esperam as servidoras e a comunidade que com a abertura do PAD, a diretora seja afastada e a tranquilidade e o respeito voltem a ser normalidade no referido Cmei. Aguardemos e oremos!
Imprensa II
Quando se presta à desinformação, aí é grave, e pode causar estragos inusitados. A jornalista ucraniana Olga Yurkova afirmou que "se uma história é demasiadamente emocionante ou dramática, provavelmente não é real. A verdade é geralmente entediante". E acrescentou: “As fake news são uma ameaça à democracia e à sociedade". As pessoas já não sabem o que é real e o que é falso. Muitas deixaram de acreditar e isso é ainda mais perigoso." Yurkova lançou o StopFake em 2014 para abordar o problema na Ucrânia.
Imprensa III
Segundo Ana Paula Dias, Relações Públicas pela Universidade de São Paulo, com MBA em Reinvenção Digital pela ESPM, no artigo “Relações Públicas” VERSUS “Desinformação”, existe uma indústria mundial de empresas de relações públicas e marketing prontas para implantar contas falsas, narrativas falsas e sites de pseudonotícias como um serviço a ser oferecido. Os “profissionais de comunicação de aluguel”, termo usado pela relações públicas, fornecem operações sofisticadas de propaganda online para qualquer pessoa disposta a pagar. Em todo o mundo, políticos, partidos, governos e outros clientes contratam o que é conhecido no mercado como empresas de “relações públicas obscuras” para espalhar mentiras e manipular o discurso online. A ascensão desses serviços (e o declínio do jornalismo) enfatizou o poder e a responsabilidade do comunicador profissional que entrega mensagens ao público em nome de um cliente empresarial, destaca Ana Paula Dias. “Pagando bem, que mal tem? Doa a quem doer.”
Prevaricação ou condescendência criminosa?
Quando o servidor deixa de praticar ato que deveria em razão do cargo que ocupa, pode estar infringindo, a princípio, um dos dois tipos penais: prevaricação, crime previsto no artigo 319 do Código Penal, que é aquele no qual o servidor, por interesse próprio ou sentimento pessoal, não realiza ou protela a prática de ato de ofício de forma indevida. O outro é o crime de condescendência criminosa, que é caracterizado quando o servidor pratica ato contra a determinação legal. Consiste em o funcionário, por indulgência, deixar de responsabilizar subordinado que cometeu infração no exercício do cargo ou quando lhe falte competência, não levar o fato ao conhecimento da autoridade competente. Resumindo: na prevaricação, o agente público, que tem o dever de agir em determinada situação, deixa de fazê-lo ou age de forma contrária à lei. Na condescendência criminosa, o servidor sabe da infração e decide não denunciar ou cooperar com a investigação. Pelas provas constantes dos autos, caberá ao Judiciário decidir qual dos tipos penais.
Assédio moral é crime!
O artigo 147-A do Código Penal dispõe: “Perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade.“ A pena é de reclusão, de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos, e multa. Tanto no serviço público quanto no privado, a adoção de Compliance é a melhor alternativa, pois sempre inclui em suas políticas e campanhas o esforço por um ambiente saudável de trabalho e o combate a assédio, por exemplo. Fica a dica!
Quando será?
Diversos servidores públicos da educação e pais de alunos da rede municipal de ensino receberam com desagrado a notícia da recontratação de Iracema Silva Sousa para ser gestora no novo mandato de Gleidson Azevedo (Novo). Ela reassumiu a pasta de gerente de Planejamento e Recursos Humanos da Secretaria Municipal de Educação (Semed). Eles se perguntam quando é que a secretária municipal de Educação, Andreia Dimas, determinará a abertura de sindicância contra a referida agente pública, pelos seus desmandos e descompassos no mandato anterior.
Iracema
Criado pelo escritor José de Alencar para dar nome à personagem-título de seu romance Iracema, o nome tem origem do guarani Iracema, composto pelos elementos ira, que tem origem no nheengatu que significa “mel” e acema, que quer dizer “escorrer” ou “sair em grande quantidade”. Ou seja, aquela que é doce como mel. Há quem diga que também seja um anagrama de América. Mas fiquemos na origem indígena. Segundo servidores municipais e pais de alunos, as denúncias reportadas à gerente de Planejamento e Recursos Humanos da Secretaria Municipal de Educação-SEMED, Iracema Silva Sousa, são engavetadas e há quem tenha sido ameaçado de demissão caso levasse mais uma única reclamação que fosse contra a diretora do Cmei Professora Maria D’Alva, Adriele Cecília Gricoletto Lima. Vê-se que faz jus à etimologia do nome somente quando é para defender a dileta amiga. Para os demais que ousam reclamar, fica reservada a raiva, somada ao destempero. Cabe evocar aqui a máxima de William Shakespeare “A raiva é um veneno que bebemos esperando que os outros morram.”
Vereadores
Por este Brazilzão afora, é uma vergonha atrás da outra. Em Divinópolis, para “limparem a barra” depois do absurdo aumento no vale-refeição, querem verificar as ausências do mandato anterior, visando atingir o ex-vereador Roger Viegas (União Brasil) que proferiu críticas contra a atual composição da Câmara Municipal e o referido aumento. É impressão ou buscam um bode expiatório?
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