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Operação prende três alvos de Divinópolis 

Operação prende três alvos de Divinópolis 

Da Redação

A Polícia Civil (PC) anunciou, nesta semana, o resultado da operação “Cerco Fechado’’. Ao longo do ano, 12 pessoas foram presas, incluindo três com suspeita de atuação em Divinópolis. Conforme informou o órgão, o objetivo é combater o crime organizado e indivíduos de alta periculosidade. 

Divinópolis

Segundo as informações, ao menos três presos teriam atuação direta em Divinópolis. Os suspeitos, dois de 34 e um 36 anos, atendem pelas alcunhas de Titanic, Pote e Corujinha. 

O primeiro teria passagens por latrocínio e homicídios, sendo suspeito de liderar o tráfico de drogas em Divinópolis e Pará de Minas. Ele foi preso em São Paulo. 

Já Pote estaria envolvido no furto e roubo de veículos para desmanche e venda de peças. Ele foi preso em Divinópolis. 

Corujinha, por outro lado, é suspeito de furtos, roubos, tráfico de drogas e crimes contra o patrimônio. Ele foi preso em Pitangui no último dia 6. 

Prisões em novembro

Durante o mês de novembro, quatro investigados foram presos em ações policiais realizadas em Minas Gerais, no Rio de Janeiro e no Paraná. Um deles, que estava em Araújos, é investigado por homicídios e por liderar um grupo criminoso envolvido no comércio de entorpecentes.

— Com o apoio das polícias civis do Rio de Janeiro e do Pará, a PCMG prendeu na capital carioca, no dia 10, um homem investigado por se aliar a uma conhecida facção daquele estado. Ele é suspeito de liderar uma organização criminosa na capital mineira, sendo o principal fornecedor de maconha na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). No momento da prisão, ele foi autuado em flagrante por uso de documento falso — informou a PC.

Um investigado por tráfico internacional de drogas e armas também foi localizado e preso em Foz do Iguaçu, no Paraná, no último dia 12. Ele foi detido na região da tríplice fronteira, local que facilitava a movimentação do suspeito entre o Paraguai e a Argentina. 

— O objetivo era enviar drogas e armas para Belo Horizonte e RMBH, principalmente para a região de Venda Nova, na capital, apontada como sua área de liderança — detalhou. 

Outras prisões

A primeira prisão da operação Cerco Fechado foi realizada no dia 13 de janeiro deste ano, quando o chefe de uma organização criminosa, atuante no tráfico de drogas em Ribeirão das Neves, foi preso em Juatuba, ambos municípios da Região Metropolitana. Outro membro desse grupo foi detido no mesmo dia.

Outro suspeito de liderar uma organização também envolvida no tráfico em Ribeirão das Neves foi localizado e preso na zona rural de Sardoá, Vale do Rio Doce, em 9 de julho. No mesmo mês, no dia 24, o chefe de um grupo atuante no comércio de entorpecentes na região do Barreiro, em Belo Horizonte, foi preso em Ibirité, na RMBH.

— Em agosto, no dia 7, outro líder de uma organização envolvida no tráfico de drogas, no bairro Lagoa, na capital, foi detido em Caetanópolis, região Central do estado. Já no dia 22 do mesmo mês, a Polícia Civil prendeu, em São Paulo, o chefe de uma facção criminosa atuante em Divinópolis e Pará de Minas, no Centro-Oeste de Minas. A ação contou com o apoio da Polícia Civil do Estado de São Paulo (Pcesp) — acrescentou a PC. 

Ainda em agosto, no dia 29, os policiais civis localizaram em Divinópolis um suspeito investigado por crimes contra o patrimônio, roubo e furto de veículos automotores.

No dia 17 de setembro, um homem apontado como gerente do tráfico de drogas em Ribeirão das Neves foi preso em Belo Horizonte.

Atuação

A operação é conduzida pela Delegacia Especializada em Repressão a Roubo a Banco (Derrb), unidade vinculada ao Departamento Estadual de Investigação de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri).

— Por meio de ações estratégicas e abrangentes, a operação tem como foco a prisão de líderes e membros ativos de organizações criminosas, enfraquecendo assim importantes estruturas do crime em Minas Gerais — ressaltou. 

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