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Política

Para comemorar 

Para comemorar 

Sim senhor! A redução da criminalidade violenta no país,  a maior dos últimos dez anos, precisa ser comemorada. Muita gente vai dizer que não acredita em pesquisas, que todos os dias são registradas ocorrências com este teor, etc, etc. O  que é normal. Afinal, o brasileiro anda tão incrédulo com tanta "bandalheira" praticada por quem deveria servir de exemplo. Mas, por favor, custa ser otimista só um pouquinho! Os números são do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública. Não tem como terem sido inventados. Por isso, trazem esperança de que as coisas podem melhorar, pelo menos neste quesito. Além disso, tudo é atraído pelo nosso pensamento. Imagine quando milhões de pessoas pensam negativamente. Então, celebremos em sintonia positiva, principalmente porque é ano eleitoral, e absolutamente ninguém merece eleger o mesmo dos mesmos. Aí sim, será ladeira abaixo. 

Divinópolis 

Quando se fala em violência, sem dúvida, o maior trauma de quase 100% das pessoas, qualquer resultado que jogue a estatística para baixo, traz um certo alívio. Neste levantamento em questão, os homicídios dolosos no Brasil caíram de 12.179 em 2016, no primeiro trimestre para 7.289 neste ano, em igual período. Já o latrocínio, 591 contra 160, também no mesmo período. E claro que isso é reflexo do que vem dos estados e municípios país afora. Exemplo disso é Divinópolis e toda área comandada pelo 23° Batalhão da Polícia Militar: Carmo do Cajuru, Cláudio e São Gonçalo do Pará. A queda na criminalidade nestas cidades, a exemplo do país, foi significativa. Nas mortes violentas: 52,9%, crimes contra a pessoa: 47%, e roubos: 48,1%, se destacam na conquista. E o que isso significa? Avanço na atuação das forças de segurança. Na área do 23° BPM o resultado pra lá de positivo foi para a conta do seu comandante, tenente-coronel Bruno Simpson de Paula e sua tropa. Ele com a atuação totalmente operacional está à frente de quase todas as ações na rua, deixando a cadeira em sua sala confortável em segundo plano. O que isso quer dizer? Os números falam por si só. Aplausos de pé! 

Na pauta 

E quando se trata de segurança pública, precisa está no foco nas discussões da política, mesmo antes de se firmar qualquer candidatura. Como agora que ainda está na fase das prés. Neste contexto, é preciso parar com essa enrolação de se definir nomes em Minas Gerais. A ansiedade já toma conta de diversas categorias de servidores, em especial a da segurança que vive nos últimos anos apreensiva e insatisfeita com promessas não cumpridas. É preciso ressaltar mais uma vez, que o Estado tem a melhor polícia do país em todos os sentidos, mas a valorização por parte dos governantes vem deixando a desejar e não é de hoje. Difícil entender porque se tem essa cultura de não dar valor a quem tem méritos. E se fosse como parte da PM e PC de São Paulo e do Rio, onde a corrupção rola solta? Será que seria tratada assim? Por isso, é preciso tratar deste assunto o quanto antes e sair das promessas para a realidade. Já tiveram paciência até demais. Quando ela acabar, pode ser tarde. Fica a dica.

Faz parte 

O consenso para a definição de nomes para a disputa do governo de Minas, para que assuntos como a segurança pública comecem a ser trabalhados. Neste sentido, pelo menos do lado do PL, isso pode ocorrer em breve. O núcleo mais radical e resistente do partido se reunirá nesta quinta-feira, 7, em Brasília, e pode definir os rumos do partido nas pretensões da disputa em 2026. Ainda com a indefinição de apoiar o Cleitinho (Republicanos), Mateus Simões (PSD) ou lançar uma candidatura própria, tudo será colocado na mesa. No entanto, qualquer decisão vai depender, segundo pessoas próximas aos envolvidos, de muita conversa, envolvendo o nome principal e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL) e o deputado federal Nikolas Ferreira (PL). O encontro pode bater o martelo também se Romeu Zema (Novo) será o vice do filho do ex-presidente Bolsonaro. O que sairá deste encontro, que pode ter Nikolas como divisor de água, ainda é uma incógnita. O certo é que pelo menos dois dos nomes sairão chateados. 

A chave 

É certo também que já passou da hora de acabar com este "chove não molha". Enquanto o ego e a vaidade emperram a escolha, assuntos de fundamental importância para um dos estados mais importantes do país, são deixados de lado. Por isso, essa definição será chave para os rumos da disputa em Minas. Já passou da hora.

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