Sindicância

Confira a Coluna da Adriana Ferreira
A coluna da semana passada transmitiu que a secretária Municipal de Educação, Andréa Dimas, estava de férias e retornaria no início de dezembro. No entanto, na manhã da última sexta-feira foi publicada a Portaria 61, de 19 de novembro de 2024, determinando, pela secretária, a instauração de Sindicância, com a finalidade de apurar possíveis atos incompatíveis com as normas legais no CMEI Professora Maria Dalva. Antes de sair de férias, tomou as providências que o cargo lhe confere. Princípios da impessoalidade e imparcialidades respeitados. Aplausos!
Porém
Ocorre que os servidores, efetivos e temporários, vítimas de assédio, e há até caso de injúria religiosa o que também é crime, esperavam que a oitiva se desse na sede da Semed ou então que a diretora fosse afastada até o final das investigações. Mas segundo informações, as oitivas têm sido realizadas no próprio CEMEI, o que faz com que as servidoras se sintam acuadas e com medo de falar o que ocorre na instituição de ensino. Cabe frisar que após a instauração da sindicância, a diretora se tornou um “doce de coco”. E se antes não se misturava com os professores no café, desde então passou a fazer questão de juntar-se. E mais: no café da terça-feira, disse que fará uma festa para todos, e que convidará a todos! Uma servidora disse que se sentiu enojada com a situação: "Parece que ela quer comprar as pessoas por causa da sindicância, ou comprovar com fotos que a equipe ama ela". E acrescentou: "Ficava só falando que a escola não tinha dinheiro pra nada, agora de repente apareceu o dinheiro pra fazer festa para os funcionários". Ah, ano passado, as servidoras da Emop não puderam participar da festa, a não ser na condição de serviçais. Há quem acredite que este ano será diferente. A sindicância mal começou e já está surtindo efeito, mas até quando?
Antes da sindicância
Quando a coluna fez a primeira denúncia, na edição de 13 de novembro deste Agora, um dia antes, uma das servidoras temporárias havia ido à Semed e relatado os abusos para a gerente de Planejamento e Recursos Humanos, da Secretaria Municipal de Educação-SEMED. Adivinhem o que aconteceu? No dia seguinte, às 5h23 da manhã, isso mesmo, às 5h23, a diretora retirou a servidora temporária dos grupos do Cemei – Professora Maria Dalva. Mal esperou o dia amanhecer para excluir a servidora temporária e isso, salvo melhor juízo, porque teve a amiga gerente garantindo a demissão da dita servidora, ou seja, a vítima é que seria penalizada. O que elas não esperavam é que às sete da manhã do mesmo dia, a coluna e o print da exclusão já estava nas mãos das autoridades competentes e esta colunista ouviu do primeiro escalão da Semed que foi uma atitude arbitrária, que não havia demissão da servidora. Vale dizer que a referida servidora sempre foi maltratada pela diretora e se encontra afastada por transtorno psiquiátrico. Não é a primeira que passa a fazer tratamento psiquiátrico e é afastada para recuperar a saúde mental, saliente-se.
Pós-sindicância
Além de estar um doce de pessoa, o que deveria ser na normalidade, já mandou convites inclusive para a servidora que foi excluída na madrugada do dia 13 de novembro. Hipocrisia pura!
Para inglês ver
Ao sentimento de algumas, a diretora tenta aparecer boazinha para a Comissão Permanente, mas à boca pequena, diz que sabe muito bem quais são as pessoas que estão se insurgindo contra ela, demonstrando que não deixará barato. Uma delas conjecturou que decidir fazer festa, mandar convites para todos é porque a diretora tem certeza da impunidade. Aguardemos e oremos!
E a gerente?
Esta colunista tem recebido mensagens de servidores públicos, efetivos e contratados, da rede municipal de ensino que questionam quando será instaurada a sindicância contra a gerente de Planejamento e Recursos Humanos, da Semed. O caso acima relatado em que após denúncia contra a diretora, a servidora temporária ter sido excluída de madrugada pela dita, é uma prova e não se trata da única prova existente. As servidoras da educação clamam por justiça e não descansarão! A coluna e o Agora estão de olho!
Professor
Na coluna do dia 22 de agosto do corrente ano, a coluna já havia exposto sobre a situação dos professores que sofrem nas mãos de alunos, dos seus pais e não têm apoio dos seus superiores. Isso ocorre tanto na rede pública quanto na privada. O que se vê é que superiores e coletividade se esquecem da importância do professor, de seu papel fundamental na sociedade como pilar da educação e agente de transformação social.
Equipe técnica
Registre-se aqui também a importância dos servidores lotados nas secretarias, nas cantinas, nos serviços gerais. Todos merecem respeito, até porque a eles também cabe fazer a escola funcionar como transformadora de vidas. Salve! Salva de palmas e a todos trabalhadores do ensino que honram seu múnus!
Ah, nem!
Passadas as eleições municipais, do Sindicato dos Produtores Rurais e da OAB/MG e acabaram as brigas, principalmente entre quem não tinha qualquer relação com as duas últimas. Que fiquemos somente nas de futebol, limitando-nos aos apelidos de “Frangas” e “Marias”.
Ellen Lima
O grupo de WhatsApp da campanha de Ellen Lima e Marcelo juntou advogados de ideologia político-partidária distintas, inscrições antigas e recentes, mas que olham na mesma direção: a valorização da advocacia. O grupo outrora chamado “Respeito, Compromisso e Valorização”, nome da campanha, agora se chama “Advocacia Divinopolitana” e se tornou um canal importante para advogados de Divinópolis e região para disseminar informações relevantes sobre o exercício da advocacia, garantindo que todos possam usufruir de um ambiente respeitoso e produtivo. As postagens são enriquecedoras. Parabéns duplos para Ellen Lima, pela reeleição, e também pela idealização e criação do grupo. Esta colunista não se cansa de dizer: a mãe da Dandy é gente que faz! O respeito e a admiração da colunista/ eleitora.
Nota 1000
Janiene Faria, diretora do Agora, e Giovani Lima, editor da Revista Xeque Mate, são os donos das festas que marcarão a semana: Top of Mind e os 12 anos da revista. Embora sejam festas para número reduzido de pessoas, a movimentação na economia é tanto no setor de bens quanto de serviços, gerando trabalhos ainda que temporários. Alimentos, bebidas, artigos decorativos naturais e artificiais, vestuário, calçados, desde a manicure/pedicure e maquiagem que atende em domicílio até os grandes estúdios. São dezenas de pessoas envolvidas direta e indiretamente para que Divinópolis viva noites inesquecíveis. Um brinde a eles que não sabiam que era impossível, foram lá fizeram e continuam fazendo. Bravo! Bravíssimo!
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