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Sondado por outras siglas, Cleitinho tem convite do PL

Sondado por outras siglas, Cleitinho tem convite do PL

Da Redação 

A quase dois anos da próxima eleição, a movimentação nos bastidores da política está a todo vapor. Para o governo de Minas Gerais, um dos principais nomes cotados é o do senador divinopolitano Cleitinho Azevedo (Republicanos). Atualmente no Republicanos, ele tem sido cortejado por diversas siglas. E, segundo informações, também tem um convite para se juntar ao PL, do ex-presidente Bolsonaro, com o qual se reuniu na semana passada. 

O Partido Liberal tem outro nome no páreo: o deputado federal Nikolas Ferreira. No entanto, o entendimento seria de que o parlamentar, no momento, prefere disputar o Senado. Ele tem sido uma das principais vozes a defender a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reajusta a idade mínima para concorrer ao cargo para 30 anos.

Sucessão

Cleitinho já não conta com o apoio do atual governador, Romeu Zema (Novo). Cotado para integrar uma chapa para disputa da Presidência, Zema tem deixado claro seu desejo para o vice, Professor Mateus (Novo), assumir a sucessão. 

Em evento na semana passada, voltou a abordar a questão. 

— Nós precisamos de uma sucessão bem definida e o meu braço direito tem sido o professor Mateus, que, eu espero, possa me suceder — ressaltou.

Possíveis nomes 

O panorama eleitoral em Minas Gerais para 2026 ganha novos contornos. Além de Cleitinho e Mateus Simões, outros nomes começam a despontar como possíveis concorrentes. Entre eles, lideranças de oposição que buscam explorar as fissuras no grupo que governa Minas desde 2019.

Alexandre Kalil (sem partido): Foi prefeito de Belo Horizonte de 2016 a 2022. Renunciou para disputar a eleição para governador e volta a ser um possível nome. 

Alexandre Silveira (PSD): Ministro de Minas e Energia, foi escalado pelo presidente Lula em 2023 para o cargo, Silveira foi deputado federal e senador. É apontado como um possível nome do PSD para a corrida pelo governo de Minas em 2026.

Aécio Neves (PSDB): O deputado federal já foi governador de Minas por dois mandatos (2003 a 2010). Eleito senador e disputou a presidência da República em 2014. É apontado pelo presidente do PSDB como o principal nome para 2026. 

Rodrigo Pacheco (PSD): presidente do Senado, foi senador eleito em 2018, está a frente da presidência da Casa desde de 2021. No último ano, assumiu o protagonismo nas articulações com o governo federal para renegociação da dívida de Minas. A atuação fez com que o nome dele despontasse como um dos potenciais concorrentes à chefia do Executivo. Em julho de 2024, o presidente Lula (PT) afirmou em entrevista que Pacheco é a figura pública mais importante de Minas no momento. 

Marília Campos (PT): Prefeita de Contagem pelo quarto mandato, Marília Campos venceu a disputa pela reeleição ainda em primeiro turno, garantindo a continuidade do governo petista no terceiro maior colégio eleitoral de Minas. É considerada como um dos nomes mais fortes do PT em Minas, conforme avaliado pelo presidente estadual da legenda, Cristiano Silveira.

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