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Economia

Balança comercial fecha superavitária em R$ 88 milhões

Por Portal Agora

Pablo Santos

A balança comercial de Divinópolis fechou 2016 superavitária em US$ 88 milhões. O resultado é referente ao bom desempenho das exportações, menos a queda acentuada das importações dos últimos três anos, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDCI).

Conforme os números apresentados, as exportações somaram no ano passado US$ 103,5 milhões e as importações US$ 15 milhões resultando em superávit de US$ 88,4 milhões. O desempenho do ano passado é o melhor desde 2013, quando o saldo ficou em US$ 78,3 milhões. Já em 2014, o superávit assinalou US$ 37,3 milhões e, no ano seguinte, US$ 46,8 milhões, de acordo com os dados do MDCI. 

Bons e ruins

O melhor resultado da balança comercial de Divinópolis foi em 2008, quando o superávit chegou a R$ 308 milhões e, em 2005, o saldo ficou R$ 214 milhões. O menor saldo da balança comercial foi registrado em 2002 quando o saldo ficou positivo em US$ 23,3 milhões, de acordo com os dados do MDCI.

O superávit de US$ 88 milhões alcançado por Divinópolis no ano passado é devido ao bom desempenho das exportações municipais, ou seja, um desempenho 38% maior na comparação com 2015. O saldo positivo também foi influenciado pela queda nas importações. De acordo com o MDCI, o declínio foi de 46,35%.

Brasil

A balança comercial brasileira teve superávit recorde de US$ 47,69 bilhões em 2016. O saldo positivo superou o de 2006, de US$ 46,5 bilhões, até então o maior desde o início da série histórica em 1989. Em dezembro, houve superávit de US$ 4,4 bilhões.

O saldo positivo anual resultou de US$ 185,2 bilhões exportados e US$ 137,5 bilhões em importações. Apesar do superávit recorde, a média diária exportada (valor negociado por dia útil) caiu 3,5% em relação ao número de 2015. Para as importações, a média diária recuou 20,1% em relação ao ano anterior.

O saldo positivo em 2016 ocorreu porque as importações caíram em ritmo mais acentuado que as exportações. O principal motivo da queda nas compras no exterior foi à contração da economia brasileira, com queda na importação de insumos pela indústria. 

 

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