De volta?

Ou o adeus foi apenas momentâneo por ser preterido?Depois de ouvir da própria boca do presidente Lula (PT), que não seria indicado à vaga de Luiz Roberto Barroso no Supremo Tribunal Federa, Inácio Lula da Silva (PT), o senador Rodrigo Pacheco, meio (PSD) que desgostou da vida pública. Isso ao fim do seu mandato que termina no ano que vem. Agora, Pacheco voltou à carga e afirmou que seu futuro deve ser costurado com apoiadores. Mas de volta à realidade, disse que precisa ouvir aliados como um sinal de "deferência" antes de definir se permanece na ativa ou não. Claro que isso passa ainda por uma mudança de partido, visto que o vice-governador Mateus Simões se filiou ao PSD do senador para disputar o governo de Minas. Cargo, que, por enquanto, não parece atrair muito Pacheco.
Melhor nome
Ainda dos resquícios da vida do deputado Nikolas Ferreira (PL) a Bolsonaro, um dia antes de ele ser preso, o ex-presidente teria confidenciado ao parlamentar que o seu colega de bancada, o deputado Domingos Sávio, é considerado por ele “nome mais viável” do partido para a disputa pelo Senado em Minas. A revelação de Nikolas foi feita na última sexta-feira, e confirma que o presidente da sigla em Minas Gerais, caminha para ser o principal representante da legenda de Bolsonaro na disputa de 2026. A indicação de Sávio ao Senado ainda não foi oficialmente anunciada pelo PL mineiro. Perguntado por este PB, ele disse que se pronunciará em breve. No entanto, deixa escapar nas entrelinhas, que será sim, o escolhido. Falta alguém avisar ao deputado estadual Cristiano Caporezzo.
Pelo filho
Ao contrário do que alguns correligionários vinham afirmando, que mesmo na prisão, Bolsonaro comandaria as principais políticas de dentro da prisão, Nikolas Ferreira revelou também, que, enquanto o ex-presidente permanecer preso, todas as principais decisões do partido, o cenário eleitoral de 2026, articulação de candidaturas, passarão, sem nenhum desvio, pelo crivo do senador Flávio Bolsonaro, mesma legenda do pai, porta-voz da família desde a detenção do ex-presidente. Isso, devido a impossibilidade do pai, que é quem dá a última palavra sobre PL no país, não Valdemar da Costa Neto, que é o presidente nacional. Por isso, as decisões virão de Flávio, mas, certamente, depois do aval do seu genitor.
'Manter a chama'
Dentro do contexto da prisão de Bolsonaro, o ato em Brasília neste domingo, 30, foi considerado um fiasco. Reuniu poucos parlamentares apoiadores do ex-presidente. Para um dos organizadores, Deusélis Filho, o ato é um momento do “povo pelo povo", e que sobre poucas pessoas terem aparecido, o importante é “manter a chama” e continuar fazendo manifestações. O encontro foi em frente ao Museu Nacional da República, e a organização justificou ainda que os apoiadores de Bolsonaro estão “amedrontados” para saírem de casa. Os poucos que se aventuraram a ir, pediram que o Congresso Nacional conceda anistia aos condenados pelos ataques do 8 de janeiro de 2023, e a liberdade do ex-presidente. Deve ser por isso que muitos não foram. Os dois pedidos estão muito difíceis de acontecer.
Peça-chave
É assim que o nome do presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Tadeu Leite (MDB) tem sido visto nos últimos dias no Estado. O filho do ex-deputado e prefeito de Montes Claros, Luiz Tadeu Leite, virou uma das favoritas da política mineira para as Eleições 2026. Vem recebendo vários convites, um deles, de aliados de Lula para disputar o governo com apoio do PT. Para além disso, teria sido sondado por Mateus Simões para ser vice na sua chapa é visto com bons olhos pelo PSB, que tenta levá-lo para o partido. Movimentação que coloca o jovem deputado tido como sensato e de fácil diálogo no jogo agitado para o ano que vem. Aliás, o senador Cleitinho (Republicanos) foi primeiro a cogitar Tadeuzinho como é chamado como possível vice, caso confirme sua candidatura ao governo de Minas. O mdebista "está com tudo, e não está prosa"!
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