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Saúde

Divinópolis registra 124 casos de covid, com mortes de idosos acima de 65 anos

Divinópolis registra 124 casos de covid, com mortes de idosos acima de 65 anos

Número é deste ano; há cinco anos surgia a primeira confirmação na China, mas doença ainda não cessou

Da Redação 

Cinco anos após o surgimento do primeiro caso de Covid-19 em Wuhan, na China, a pandemia continua a impactar a saúde pública, mesmo em menor escala. Segundo a Prefeitura, em Divinópolis, foram registrados 124 casos da doença e 10 mortes neste ano. Oito delas, ocorreram entre pessoas com mais de 65 anos. 

Apesar das vacinas e do passar dos anos, a doença ainda apresenta casos de mortes em todo mundo. A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais(SES/MG) publicou relatório mostrando que a taxa de testes positivos, triplicou em relação ao início do ano.

Os casos 

Apesar do grupo de risco ter sido os primeiros a vacinar e continuarem recebendo doses anuais, ainda assim, são as principais vítimas fatais do coronavírus. Na cidade, foram registrados 124 casos e 10 mortes até o momento.

Em Divinópolis, ao todo 581 idosos perderam a vida entre os quatro anos do vírus, representando 74% das vítimas fatais da covid-19. Já neste ano, cerca de 8 idosos morreram em razão da doença. Já no Brasil foram registrados 8.518 casos confirmados e 83 mortes.  

Além disso, a Secretaria de Saúde reforça a necessidade de manter as vacinas em dia, especialmente com a chegada de variantes mais resistentes. 

Neste sentido, o carro móvel que aplica doses, principalmente em que está com o calendário vacinal atrasado, roda pela cidade, em praças, escolas e outros pontos.  Assim, as campanhas de vacinação permanecem ativas no município, com foco nas doses de reforço para idosos e pessoas com comorbidades. 

O Ministério da Saúde (MS) alerta que o aumento na positividade dos testes pode estar relacionado à queda na adesão à vacinação de reforço nos últimos anos.

Ainda existe

Com o passar dos anos, a expectativa era que a covid-19 fosse erradicada ou reduzida a uma doença sazonal. No entanto, a realidade mostra que a cautela ainda é necessária, principalmente entre os idosos, pessoas com comorbidades e crianças continuam sendo os grupos mais vulneráveis às manifestações severas da doença.

Embora a pandemia esteja controlada, o vírus ainda circula e pode causar complicações graves, especialmente para quem apresenta fragilidades no sistema imunológico. Estar com a vacinação em dia é uma das principais formas de combater o vírus. 

Além disso, cuidados básicos, como a higiene frequente das mãos e a prevenção de aglomerações em casos de sintomas gripais, permanecem indispensáveis para evitar novos surtos. Manter a vigilância é essencial para proteger a saúde coletiva e reduzir o impacto da doença, que, mesmo após cinco anos, ainda representa uma preocupação global.Falta de vacina
Um dos principais alertas dos especialistas é manter as doses da vacina em dia. Porém, no último mês, cerca de 11 estados do país registraram falta de algum tipo de vacina, de acordo com levantamento feito entre os dias 11 e 18 de novembro. A Secretaria de Saúde emitiu nota relatando escassez de diferentes imunizantes, incluindo os destinados à prevenção de Covid-19.
Em nota, o Ministério da Saúde alega que não houve falta de vacinas. E sim, que enfrentou desafios momentâneos na distribuição de algumas doses devido a problemas com fornecedores e produção limitada global.

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