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Política

Engraçado 

Por Bruno
Engraçado 

Para não dizer cômico ou hipócrita. A Câmara divulgou nota falando que não houve expulsão do Plenarinho, e fez questão de enfatizar que se trata de um local reservado para os vereadores. Tudo bem, se estão dizendo. Mas, por que não é quando a imprensa é convidada a entrar e até tomar "cafezinho" se o assunto é de interesse da Casa, ou de um grupo de vereadores apoiadores de A ou B? Se o assunto é ardiloso e alguns não querem se indispor ainda mais com a população, em especial, seus eleitores, o espaço fica restrito? Interessante, não? Um ponto que precisa ficar claro: a gente não invadiu, não seríamos atrevidas a este ponto, como já vimos com colegas em outras ocasiões. Fomos convidados por um dos colegas dos que estavam lá dentro, muito cordial, por sinal. Os outros que não gostaram, pois ainda comemoravam o resultado da votação do projeto da Reforma da Previdência, fizeram “caras e bocas” e pediram para um servidor da Casa fazer esse papel, o qual cumpriu com lealdade. Ninguém pede para sair educadamente, puxando. Mas, como disse no vídeo, cada um dá o que tem, e na hora certa, mostra as garras. 

Hilário 

Sobre os 11 vereadores que apoiaram o projeto o tempo todo e votaram favorável a matéria, não querer se posicionar é um direito deles. Afinal, ninguém é obrigado a se manifestar sobre este ou aquele assunto, ainda mais quando é delicado. Mas, uma coisa precisa ser pontuada e volta-se ao tema, quando é de interesse. São duas reuniões consecutivas que todos eles não usaram a tribuna para dizer um "a". Apenas os cinco contrários falaram e "deram a cara a bater", sabendo que seriam ainda mais deixados de lado em seus projetos sugeridos ou apresentados, ou que ficariam mais isolados na Casa por parte dos próprios colegas. A todo momento, os cinco se mostraram contrários e não recuaram nem no momento da votação. Ora, se um representante do povo não for capaz de assumir sua posição ou se abster, o que está fazendo no seu cargo? É só explicar porque é a favor da medida, pois cada um defende o que acha certo. Com certeza, não dói nem um pouquinho. Nem os mais próximos do Executivo pegaram o microfone sequer para defender a importância da proposição. Depois dá uma de vítima, mesmo sabendo que o povo sabe quem foi um por um. Nos ajude, né! Santidade ali passou longe.

Necessária, sim 

Deixamos claro, que o objetivo deste esclarecimento/desabafo, não é defender nenhum lado. A reforma da Previdência municipal é necessária e urgente, como bem explicou a prefeita Janete Aparecida (Avante), inúmeras vezes. Ela falou com a classe, sim, se não foi como desejavam os sindicatos, mas explanou, explicou à imprensa quando foi solicitada, fez reuniões... Em nenhum momento deixou de aparecer, mesmo se expondo e correndo o risco de ser odiada pelos servidores, seus parentes e outros. Deixou claro que seu pensamento estava na população em geral da cidade, não restrita a um segmento. A situação aqui é sobre o Legislativo, totalmente responsável pelo projeto depois que ele aportou na Câmara. A conduta de boa parte dos vereadores, incluindo os membros da Mesa Diretora, deixou a desejar. E tem mais: o representante do povo que não quer ser monitorado, não aceita críticas, e já sai para o ataque, só tem uma coisa a fazer: sair da vida pública. Simples assim!

Nova aposta 

Com o não da ex-prefeita de Contagem, Marília Campos, e um prazo cada vez mais curto para registro das candidaturas, o PT segue a saga para a formação de um palanque em Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral do país. Dentro deste "aperto de costura", a aposta agora pode ser outro nome. Pessoas próximas ao presidente Lula (PT), dizem que ele já avalia lançar o nome de um aliado antigo, que é o deputado federal Patrus Ananias (PT). Natural de Bocaiúva, Norte de Minas, Patrus, que tem 74 anos, professor e advogado, já foi prefeito de Belo Horizonte, e já teve participação em outros governos do atual presidente, até como ministro. Desde que o senador Rodrigo Pacheco (PSB) se recusou a entrar na disputa, outros nomes foram ventilados, no entanto, nada de acerto. Será que agora vai?

No PL 

No partido do ex-presidente Bolsonaro, também não há novidades sobre o Governo de Minas. O mandatário nacional da sigla, Valdemar Costa Neto, disse em entrevista nesta terça-feira, que a disputa por uma cadeira no Senado Federal é a prioridade do partido no Estado, deixando a entender que a disputa pelo Palácio Tiradentes está em segundo plano. O nome para o cargo para a importante cadeira no Congresso é o do deputado Domingos Sávio. Ele vem mantendo agendas intensas no interior mineiro e aparece em pesquisas como um dos favoritos na votação de outubro. Quanto ao sucessor de Mateus Simões (PSD), atual governador, a principal mira gira em torno de Cleitinho Azevedo (Republicanos). O senador disse que iria definir depois da Copa do Mundo. No entanto, Valdemar da Costa acredita que será antes, já que a seleção brasileira caiu antes do tempo. Por sua vez, Cleitinho ainda não se manifestou. Aguardemos. 

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