Protetores de animais invadem Crevisa, diz Prefeitura

Da Redação
A Secretaria de Saúde de Divinópolis informou na tarde desta quarta-feira, 21, que registrará um boletim de ocorrência contra protetores de animais que invadiram durante a manhã a sede do Centro de Referência de Vigilância em Saúde Ambiental (Crevisa) e entraram em locais restritos aos funcionários, sem a presença ou acompanhamento de servidores públicos.
Segundo o órgão, na terça-feira, 20, agentes de saúde recolheram sete cães no bairro Niterói, para serem castrados. A ação faz parte de um programa de controle da transmissão de leishmaniose visceral.
Ainda segundo a Prefeitura, os agentes de saúde explicaram aos moradores que os cães seriam recolhidos, castrados e, depois do pós-operatório, devolvidos aos donos ou deixados no local recolhido.
— O cachorro dálmata cuja foto circulou pelas redes sociais foi encontrado abandonado agonizando em um lote na terça-feira e precisou ser eutanasiado. A prática seguiu a legislação vigente e laudo de médico veterinário. De acordo com a Prefeitura, o animal estava caquético, com membros traseiros paralisados, com miíase (bicheira) nas patas dianteiras, secreção purulenta no corpo e foi levado a pedido da população, que ouviu o choro e os latidos do animal durante a noite da última segunda-feira, 19 — explicou.
A reportagem completa sobre o caso estará no Agora desta quinta-feira, 22.
A Secretaria de Saúde de Divinópolis informou na tarde desta quarta-feira, 21, que registrará um boletim de ocorrência contra protetores de animais que invadiram durante a manhã a sede do Centro de Referência de Vigilância em Saúde Ambiental (Crevisa) e entraram em locais restritos aos funcionários, sem a presença ou acompanhamento de servidores públicos.
Segundo o órgão, na terça-feira, 20, agentes de saúde recolheram sete cães no bairro Niterói, para serem castrados. A ação faz parte de um programa de controle da transmissão de leishmaniose visceral.
Ainda segundo a Prefeitura, os agentes de saúde explicaram aos moradores que os cães seriam recolhidos, castrados e, depois do pós-operatório, devolvidos aos donos ou deixados no local recolhido.
— O cachorro dálmata cuja foto circulou pelas redes sociais foi encontrado abandonado agonizando em um lote na terça-feira e precisou ser eutanasiado. A prática seguiu a legislação vigente e laudo de médico veterinário. De acordo com a Prefeitura, o animal estava caquético, com membros traseiros paralisados, com miíase (bicheira) nas patas dianteiras, secreção purulenta no corpo e foi levado a pedido da população, que ouviu o choro e os latidos do animal durante a noite da última segunda-feira, 19 — explicou.
A reportagem completa sobre o caso estará no Agora desta quinta-feira, 22.
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